domingo, abril 17, 2011
teste com fotografia ampliada
terça-feira, setembro 08, 2009
soberania
Neste caso da Manuela Moura Guedes e do Jornal da Noite da TVI, o que me está a deixar incomodado e intrigado, não é o xô Sousa, a Manela, com quem nem simpatizo aliás, o primo, o tio, o Louçã, o Jerónimo, o Portas, a Leite, o Cavaco... ou o raio que os parta a todos, quer de esquerda, quer de direita, como diria o Ramalho Eanes que em matéria de carácter e dignidade limparia o cu com estes politicozecos da treta, digo eu que gosto de dizer coisas..., mas uma outra coisa que considero perversa e muito perigosa.
Sendo a TVI uma empresa privada, o que é certo e nesse sentido pode fazer o que quiser - com alguns limites como deixou bem claro o Mário Bettencourt Resende no Jornal da Noite na SIC creio que de 3 de Setembro - a verdade é que a informação jornalística é um serviço público e neste sentido é um direito dos portugueses na democracia que mal ou bem temos.
- Com que direito é que uma empresa espanhola ingere naquilo que é a democracia de um estado soberano e o direito de um povo soberano?!
- Com que direito é que os espanhóis determinam como deve ser a democracia portuguesa e os direitos dos portugueses?!
- O Estado português "cala e consente"?!
Ficam as perguntas.
nota: Não há da minha parte qualquer xenofobia ou intenção de dar continuidade ao ancestral lema que de Espanha nem bom vento nem bom casamento. São espanhóis como podiam ser alemães, búlgaros ou burkina-fassenses... a questão prende-se com soberania!
Já agora fica também esta notícia:
sexta-feira, 4 de Setembro de 2009 | 08:30
TVI: Ordem para afastar Manuela veio do patrão da Prisa
Foi o patrão da Prisa em Madrid, Juan Luís Cebrián, quem telefonou de Espanha para o director de informação da TVI, João Maia Abreu, ordenando o afastamento da jornalista Manuela Moura Guedes e do programa que apresentava, o Jornal Nacional de sexta-feira, dos ecrãs do canal de Queluz.
Segundo avança o semanário Sol, a decisão foi tomada ao final da manhã de quinta-feira e comunicada, de imediato, por Maia Abreu, a Manuela Moura Guedes. Que, por sua vez, já assumiu estar surpreendida com a decisão.
O título garante ainda que o spot de promoção ao programa já tinha, de resto, causado mal-estar na administração, por usar imagens do bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto, e de José Sócrates, com a frase «Neste jornal não se mudam linhas editoriais». [ daqui ]
segunda-feira, outubro 22, 2007
corvos !?
Que o símbolo da cidade de Lisboa é uma Caravela com dois Corvos toda a gente sabe.
Que esse ícone se encontra espalhado por toda a cidade, também.
Que a criatividade dos artistas e artífices pode explodir de forma incontrolada e inaudita na interpretação desse símbolo, e seguir caminhos estranhos, é um dado adquirido. Compreensível.
Agora o que eu não esperava era tamanha falta de rigor técnico na execução do dito símbolo, como acontece nestes escudos aplicados em muitos candeeiros de iluminação pública de Lisboa.
Este de baixo encontra-se na Praça Duque da Terceira, no Cais do Sodré.
Desconheço quando foram fundidos estes escudos ou por quem, mas isso não é o importante. Talvez até sejam muito antigos e valiosos...
O que me importa é aquilo que se VÊ:
Será uma espécie de alegoria ao actual executivo camarário da nossa Capital ?!
imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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domingo, outubro 07, 2007
sexta-feira, julho 20, 2007
acontece todos os dias...
fonte: http://www.meiosepublicidade.pt/video/42
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sexta-feira, julho 13, 2007
sábado, junho 30, 2007
sábado, abril 15, 2006
domingo, setembro 25, 2005
só me f... lixam!
quarta-feira, agosto 31, 2005
sou mesmo burro...
A minha ignorância da História Pátria é imensa e aqui que ninguém me ouve, vergonhosa. Mas mesmo assim ainda conservo na minha pobre alembradura, mantida não sei como por três estóícos neurónios, o A (preto), o B (cinzento e o C (branco), mantenho na minha memória, dizia, algumas noções vagas sobre acontecimentos marcantes da edificação de Portugal.
Uma dessa noções, acreditava eu que estava perto da verdade histórica, era que os mouros tinham sido corridos do território hoje pátria nossa algures na Reconquista, ali para as bandas da Idade Média, nos longínquos séculos XII, XIII, por aí.
Eis senão quando abro a caixa do correio e deparo com um daqueles folhetos de excursões que nos assediam constantemente com viagens baratuchas a todo o lado e arredores. Curiosamente este folheto incluia um passeio a Castelo Novo, bela localidade beirã onde há poucos dias espraiei a vista pelos ancestrais edifícios e regalei o espírito na imaginação de vidas passadas, sofridas no calcorrear da Gardunha.
Fiquei curioso. Abri o folheto e li o texto sobre a localidade. Senti-me atingido por um raio! Não só sei pouco sobre História, assumo, como as minhas noções básicas, que eu achava serem 'mais ou menos', ruiram levadas por uma enxurrada que arrastou os meus pobres neurónios A, B e C, pela encosta abaixo direitinhos ao mar, onde mergulharam no fundo do oceano sem fundo.
Afinal, segundo o citado folheto, os mouros apenas foram escorraçados de Castelo Novo no SÉC. XVIII, DEZOITO !!!
Ou quem escreveu/leu/reveu/paginou/imprimiu/etc. aquele texto é muito distraído ('tá-se a cagar...) ou eu tenho urgentemente que me matricular no liceu nas aulas de História...
post scriptum: a minha amiga Pi é revisora e copy-desk e bem que lhe fazia jeito uns trabalhinhos para ir fazendo em casa...
sexta-feira, agosto 26, 2005
o hífen 'tracinho' para o vulgo

"O 'hífen' (-) usa-se para ligar elementos de algumas palavras compostas ou derivadas, para ligar pronomes átonos a formas verbais, para ligar a preposição 'de' a algumas formas do verbo 'haver' e ainda na mudança de linha, para dividir em duas partes as palavras. (...)" (p. 363)
in: "Prontuário Ortográfico", Correio da Manhã, Lisboa, 2004.
n.b.: Passei os dedos pelo autocolante para confirmar que é mesmo impresso provável serigrafia em vinyl e que o hífen NUNCA lá existiu.

