terça-feira, outubro 04, 2011
Os estudantes javardos
segunda-feira, maio 03, 2010
não ao preconceito SIM À PESSOA.
segunda-feira, abril 05, 2010
os ordinários... 005
Gramo à brava esta rapaziada solidária que, consciente das dificuldades económicas dos portugueses, alguns dos quais nem dinheiro têm para comprar um modesto rádio a pilhas para passar o tempo, num gesto de generosidade desinteresada estacionam debaixo das janelas e dão gratuitamente música à vizinhança...
Rua da Quinta da Serra, Oeiras
03-04-2010, 16h04
vídeo © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida
quarta-feira, março 31, 2010
os ordinários... 004
Há umas 2 semanas tive que pôr no lixo um colchão e uma secretária.
Como munícipe responsável que me considero e me esforço para ser, contactei a Câmara Municipal de Oeiras para saber o 'como', câmara que, após me pedir a morada e o telefone de contacto, me esclareceu e disse para colocar os objectos na rua na seta-feira à noite que a viatura de recolha passaria no sábado seguinte pela manhã, segundo o sistema implementado.
Assim fiz. Na sexta-feira à noite coloquei a tralha na rua. No sábado seguinte, depois de almoço, constatei que a recolha tinha sido devidamente efectuada ( pelo menos o lixo já lá não estava ). É bom quando as coisas funcionam bem.
Que dizer destes munícipes que a uma segunda-feira colocam esta lixarada na rua sem se preocuparem em contactar os serviços camarários que fazem estas recolhas?
29-03-2010, 14h36
30-03-2010, 14h24
30-03-2010, 15h58
31-03-2010, 12h14
Como se vê na última fotografia, hoje o lixo já lá não estava. Não estava hoje, mas emporcalhou-nos o espaço durante 2 dias.
Pergunto-me se o carro do lixo levou mesmo a tralha, do que tenho dúvidas porque não o costumam fazer, como já tenho observado da varanda, se foi outrem que a levou, ou se terei sido visto a fotografar o lixo...
fotografias © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
sexta-feira, fevereiro 26, 2010
os ordinários... 003
lixo no chão ao lado do contentor ( vazio )
Rua Quinta da Serra, Oeiras
fotografias 25-02-2010, 14h35 © josé antónio • comunicação visual
sábado, fevereiro 20, 2010
os ordinários... 002
Esta mania de estacionar o popó à entrada do prédio dos outros, dificultando o acesso p. ex. a uma ambulância ou carro de bombeiros, em vez de o fazer no parque (grátis) do Pingo Doce, ainda vá que não vá...
Agora vir do supermercado, colocar as compritas no porta-bagagens, lampeiro dar de frosques e deixar o carrinho do super à porta dos outros...
carrinho do Pingo Doce abandonado à porta do meu prédio
fotografia 18-02-2010, 16h31 © josé antónio • comunicação visual
os ordinários... 001
Também eu fui rapaz e também eu me sentei com amigos atrás dos prédios ou nas entradas e nas escadas dos mesmos a comer, p.ex. fruta, sandes e batatas fritas.
Mas não me recordo de deixarmos o chão emporcalhado nos sítios por onde passávamos.
lixo [ embalagens de comida ] nas traseiras do meu prédio
fotografias 03-02-2010, 16h48 © josé antónio • comunicação visual
quarta-feira, setembro 09, 2009
o excelso sentido cívico do tuga...
Estes restos de mobiliário com algum volume foram deixados ontem de manhã ou à tarde próximo dos contentores de lixo, na Rua da Quinta da Serra, na Quinta do Marquês em Oeiras, vá-se lá saber por quem.
Para dar uma melhor localização, esta rua está paredes-meias com o Pingo Doce de Sassoeiros, por trás da Quinta da Serra, que dá o nome à rua.
Junto deles estavam também uns cortinados que, esses, depressa levaram sumiço. Mas o resto ficou a emporcalhar o passeio e a transtornar os transeuntes.
De noite passou o carro da recolha de lixo, passa por volta das 03h da madrugada, que é claro não recolheu esta tralha pois não é da sua competência ou interesse. Talvez, na melhor das hipóteses, e é só uma suposição, um dos homens da recolha avise os colegas que fazem a recolha de grandes volumes, que passa, creio, às quintas-feiras, para passarem por ali. Quem sabe? Pode ser que sim, pode ser que não...
Seja como for, todo o munícipe sabe que lixo destas dimensões e natureza não é recolhido pela recolha de resíduos domésticos e deve ser colocado em dia próprio e a certas horas na rua.
Será que é ignorância ou é mesmo e só falta de civismo?!
Note-se que não falo de uma urbanização 'pobre', da classe baixa, média-baixa ou média. Esta rua situa-se numa urbanização maioritariamente habitada pela classe média / média-alta.
Faço também notar que situações como esta e mesmo mais importunas, com objectos de dimensões maiores e em maior número, são frequentes nesta zona e não só no local aqui considerado.
fotografia 09-09-2009, 15h37 © josé antónio • comunicação visual
sábado, janeiro 07, 2006
lê o que 'tá lá escrito...

Quase todos os dias assisto a cenas que me deixam indignado, pelo que carregam de intolerância e falta de civismo e de espírito solidário entre pessoas humanas (que o deviam ser e que advogam sê-lo...) Isto para não lhe chamar, simplesmente, 'estupidez', que é uma palavra que detesto e que, em alternativa, substituo por irracionalidade e falta de amor ao próximo. E, porque não, falta de um bocadinho de amor-próprio?
E o que talvez ainda me incomoda mais é que na maioria dos casos, estes resultam de simples falta de bom senso de um, de outro ou de todos os intervenientes.
Vem isto a propósito de uma cena a que assisti ontem, por volta da hora de almoço, quando esperava uma camioneta para a estação de Oeiras na paragem junto ao Pingo Doce de Sassoeiros, a qual se situa ao lado dos semáforos no entroncamento da Av. da República com a Av. D. José I.
Quando cheguei à paragem cerca das 13:20 já lá estavam duas senhoras, sentadas no banco do abrigo. Eu fiquei de pé um pouco afastado, porque a camioneta ali, devido ao semáforo, pára sempre um pouco mais atrás. No entretanto chegou um outro senhor que ficou também de pé, ligeiramente recuado em relação a mim.
Passados seriam alguns minutos eis que surge uma camioneta, que encosta à berma, se imobiliza e abre a porta. Não me mexi pois, apesar das minhas limitações visuais, eu tinha conseguido ler a bandeira e percebido que era a camioneta destinada à Parede e que, assim sendo, não me servia.
Uma das senhoras levantou-se, avançou e entrou na camioneta.
A outra senhora, mais jovem, avançou também mas imobilizou-se à porta sem entrar e dirigiu-se ao motorista questionando-o sobre o destino da camioneta. Eu estava bastante perto e ouvi o diálogo.
A resposta do motorista, apontando para cima, foi e pasme-se: "LÊ O QUE 'TÁ LÁ ESCRITO!"...
Exactamente, isso mesmo. Assim. Como se estivesse a admoestar um miúdo calão e traquina. Aquele senhor motorista supõe certamente que toda a gente sabe ler, que o consegue fazer quando a camioneta se vem a aproximar, que a bandeira e o texto são bastante legíveis, que não existem pessoas com dificuldades visuais, ou até que possam estar distraídas, etc. etc. etc.
Aquele senhor motorista deu a resposta ERRADA...
Não faço a mais pequena ideia se aquela reacção e forma de tratamento do senhor motorista se deveu ao facto da senhora ser preta. Não o julgo, porque também ele, senhor motorista, o era. Também não me pareceu que fosse por se conhecerem. Ela não deu qualquer sinal nesse sentido e mostrou-se indignada. Seja como for, este caminho 'étnico' não conduz a nada, não vou por ele e repudio-o. Na verdade, e isto é que é importante, é que nada justifica que o senhor motorista tratasse uma passageira (uma CLIENTE...) daquela forma!!
Quero ainda deixar aqui expresso que utilizo os serviços da Stagecoach há cerca de 10 anos, quase diariamente. Assim, são muitos os motoristas que conheço, pelo menos de vista, mesmo não sabendo os seus nomes. Da maioria deles tenho a melhor impressão. São de um modo geral pessoas tolerantes, compreensivas e competentes. Este post não tem qualquer intenção de os agredir. Mas como diz o povo:
"No melhor pano cai a nódoa".
foto: © josé antónio, 2006
sábado, novembro 26, 2005
iluminações natalícias...

nota: este post está no meu blog Olharapo. Foi feito para ele mas... apeteceu-me colocá-lo também aqui!
Há vários dias que ela está ali e nunca a vi acesa a iluminar o local. A primeira coisa que me veio à cabeça quando a vi foi que alguém substituira uma lâmpada fluorescente ali por perto e não se dera ao trabalho de colocar a fundida no lixo, preferindo abandoná-la, perigosamente, a um canto. As coisas que eu imagino! Sou mesmo maquiavélico!
Mas entretanto comecei a raciocinar procurando fazê-lo com lógica, bom senso e sem preconceitos, afugentando do meu espírito qualquer eflúvio maldoso. E cheguei a uma dedução diferente. Deveras diferente.
Talvez em boa verdade se trate de uma nóvel, e económica, modalidade de iluminação natalícia que consista em espalhar ao acaso lâmpadas presumivelmente fundidas pelos passeios e ter a esperança, e sobretudo a fé, de que um milagre as acenda ao anoitecer, iluminando primorosa e maravilhosamente o nosso Concelho, enchendo o ar de doçura cálida e reconfortante.
Vou ficar à espera do anoitecer e ter muita, muita, muita fé para assistir a esse espectáculo maravilhoso que vai ser aquela lâmpada acender e iluminar a noite fria e aquecer os nossos depauperados corações. Já me parece ouvir ao longe o tilintar dos sinos e o drapejar das asas dos anjos! HOSSANA!
p.s.: valerá a pena falar de toxicidade e de civismo?
fotografia: © josé antónio 2005
local: estacionamento do Pingo Doce de Sassoeiros / escada de acesso à Torre Soleil.
data: 23 NOV 2005, 15:11
(clique na foto para ampliar)