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sexta-feira, maio 23, 2014

«Corrida. Caminhada - Todos Pelo Lince» [ Lisboa ]



«Corrida. Caminhada - Todos Pelo Lince»
[ passeio ]
24 Maio 2014, 10h00
Monsanto, Lisboa

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Corrida / Caminhada Todos pelo Lince
24 Maio | Monsanto

Informações e Inscrições em
www.lpn.pt | www.xistarca.pt

Deixe a sua pegada em prol da conservação do lince-ibérico, venha correr ou caminhar com a LPN.


A LPN agradece a divulgação das suas atividades!

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LPN-Liga para a Protecção da Natureza

Contribuinte n.º/VAT Number: 501 604 693
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Página electrónica/Webpage: www.lpn.pt










A LPN recebeu o Prémio Dryland Champion Portugal 2013

fonte LPN, Liga para a Protecção da Natureza

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um pormenor aéreo do Parque Florestal do Monsanto, em Lisboa

fotografia de abertura - um Lince da Malcata [ legenda original: PENAMACOR: LINCE DA MALCATA É PROTAGONISTA NO MUSEU MUNICIPAL / Escrito por Lusa / RCM em 2010-10-06 14:34:05 ] do sítio internet Rádio Clube Monsanto a quem agradecemos.
fotografia aérea do Parque Florestal do Monsanto do Bing Maps

sexta-feira, abril 29, 2011

Do pó vieste, ao pó voltarás



"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" Lavoisier dixit.


Bateu as asas furiosamente num derradeiro esforço para evitar o tombo fatal no chão. Não conseguiu. Algo no seu corpo falhou, talvez a alma efémera, e despenhou-se de grande altura sobre as lajes da varanda, onde o seu insignificante, frágil, minúsculo corpo vibrou ainda, zumbindo durante um pouco, deitado sobre as costas, num último e desesperado esforço para se endireitar e voar para longe dali. Foi inútil. O estertor da morte foi implacável.

Encontraram-na no dia seguinte, imóvel, vã, no seu frio leito de morte.


"Do pó vieste, ao pó voltarás" Génesis


José António Baptista

29-04-2011, Oeiras


fotografia: digitalização duma abelha achada morta no chão.


segunda-feira, abril 18, 2011

Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe


Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe


Uma simples brincadeira feita às 05h05 na varanda com uma temperatura muito agradável numa noite bastante calma.



sexta-feira, janeiro 14, 2011

sexta-feira, abril 16, 2010

Ó São Pedro...!


Eu sei que a água é fundamental à vida. Faz-nos imensa falta e devemos cuidar dela, mas... Que mal fizemos nós ao São Pedro para levarmos com estas cargas da dita ??!!


Quinta do Marquês, Oeiras

16-04-2010, 14h28


vídeo © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida


quarta-feira, março 17, 2010

ave ou ovni...


Ontem, pouco depois de almoço, regressava eu a casa após ter ido à tabacaria do costume - não, não é a do Álvaro de Campos - abastecer-me de cigarros quando, como muitas vezes faço, parei à entrada do meu prédio próximo dum belo exemplar de Yuca ali existente, na esperança de nele ver, para além dos habituais pardais, um ou outro melro, visita também usual.


A minha intenção era fotografar e/ou filmar algum exemplar desse interessante espécime de ave que por aqui ainda vai sobrevivendo.

Ando sempre com a máquina fotográfica e a camcorder para aproveitar oportunidades que surjam de registar coisas interessantes, seja o que for.


Assim, ali estava eu qual papalvo a olhar para cima, para a copa da Yuca e a olhar também ao derredor para o ar e para os prédios, de onde de vez em quando voavam ou pousavam alguns pombos.


Num destes prédios, aliás, existe um falcão peneireiro, que por vezes oiço e já vi passar a piar, lançado como um foguete em direcção à Quinta do Barão, onde vai certamente caçar e alimentar-se. Há uns anos eram um casal, mas um deles desapareceu.


No meu deambular visual olhei para o bosquete da mencionada quinta, a cerca de 90 metros do ponto onde me encontrava.

Reparei então que sobre uma ramada duma alta e muito despida árvore estava uma mancha negra de razoável dimensão cujo contorno me lembrava uma ave.


Devo parar aqui esta narrativa para esclarecer que as minhas limitações visuais me fizeram perder a excelente acuidade visual que eu tinha, e que me foi difícil perceber bem e nitidamente a imagem.


Aquilo era para mim apenas uma mancha negra, mas movia-se. Isto era relevante e significativo.

Pela forma da mancha, pelos movimentos, pela pose sobre a ramada, deduzi que se tratava indubitavelmente duma ave. Mas que género?

Àquela distância e daquele tamanho teria que ser algo de grande porte, digamos ao nível de um pavão.


Fiz então o habitual. Uma fotografia e um vídeo.

Pouco se consegue ver pois a qualidade é muito fraca mas penso que dá para ter uma ideia.


Pouco depois a ave levantou voo e, então sim, as dúvidas, a existirem, dissiparam-se e consegui perceber que ela era esguia e tinha uma cauda longa.


Confesso, fiquei curioso em saber que ave era aquela!


a ave está mais ou menos ao centro da imagem

a ampliação possível

a ave empoleirada mais ou menos ao centro


fotografias e vídeo 16-03-2010, 14h57-15h07 © josé antónio • comunicação visual


segunda-feira, março 01, 2010

são trevos, senhora....


Eppur si muove!


A minha floreira nunca teve plantas.

Hoje encontrei-a assim, consequência das últimas chuvas.

Eppur si muove!


fotografias 01-03-2010, 13h18/13h19 © josé antónio • comunicação visual