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sexta-feira, maio 23, 2014

«Corrida. Caminhada - Todos Pelo Lince» [ Lisboa ]



«Corrida. Caminhada - Todos Pelo Lince»
[ passeio ]
24 Maio 2014, 10h00
Monsanto, Lisboa

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Corrida / Caminhada Todos pelo Lince
24 Maio | Monsanto

Informações e Inscrições em
www.lpn.pt | www.xistarca.pt

Deixe a sua pegada em prol da conservação do lince-ibérico, venha correr ou caminhar com a LPN.


A LPN agradece a divulgação das suas atividades!

*********************************************************************************
LPN-Liga para a Protecção da Natureza

Contribuinte n.º/VAT Number: 501 604 693
Sede Nacional/Main Office
Estrada do Calhariz de Benfica, 187
1500-124 Lisboa
Portugal
Telefone/Phone: +351-21 778 00 97 / +351-21 774 01 55 / +351-21 774 01 76
Telemóvel/Mobile Phone: + 351 964 656 033
Fax: +351-21 778 32 08
Endereço electrónico/E-mail address: lpn.natureza [arroba] lpn.pt
Página electrónica/Webpage: www.lpn.pt










A LPN recebeu o Prémio Dryland Champion Portugal 2013

fonte LPN, Liga para a Protecção da Natureza

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um pormenor aéreo do Parque Florestal do Monsanto, em Lisboa

fotografia de abertura - um Lince da Malcata [ legenda original: PENAMACOR: LINCE DA MALCATA É PROTAGONISTA NO MUSEU MUNICIPAL / Escrito por Lusa / RCM em 2010-10-06 14:34:05 ] do sítio internet Rádio Clube Monsanto a quem agradecemos.
fotografia aérea do Parque Florestal do Monsanto do Bing Maps

quarta-feira, abril 23, 2014

Passeio de barco no rio Tejo «Ao Sabor da Maré» [ Rio Tejo ]



«Ao Sabor da Maré»
[ passeio fluvial ]
27 Abril ou 12 Julho 2014, 14h00 às 16h30
Cais de Escaroupim - Salvaterra de Magos [ embarque ]
Rio Tejo

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AO SABOR DA MARÉ – passeio de barco no rio Tejo
27 Abril ou 12 de Julho


A LPN agradece a divulgação das suas atividades!

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LPN-Liga para a Protecção da Natureza
Contribuinte n.º/VAT Number: 501 604 693
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1500-124 Lisboa 
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Endereço electrónico/E-mail address: lpn.natureza [arroba] lpn.pt
Página electrónica/Webpage: www.lpn.pt








A LPN recebeu o Prémio Dryland Champion Portugal 2013

fonte LPN, Liga para a Protecção da Natureza

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Cais do Escaroupim
Largo dos Avieiros, Escaroupim 2120 Salvaterra de Magos
geral@cm-salvaterrademagos.pt [ CM Salvaterra de Magos ]
website [ CM Salvaterra de Magos ]
39° 4' 1.41" N 8° 45' 27.77" W

fotografia de abertura - vista aérea do Rio Tejo com a aldeia avieira de Escaroupim no centro da fotografia - do sítio internet Bing Maps
fotografia do Cais do Escaroupim do sítio internet Rio-a-Dentro | Ecoturismo e Passeios de Natureza no Rio Tejo a quem agradecemos.

sexta-feira, abril 29, 2011

Do pó vieste, ao pó voltarás



"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" Lavoisier dixit.


Bateu as asas furiosamente num derradeiro esforço para evitar o tombo fatal no chão. Não conseguiu. Algo no seu corpo falhou, talvez a alma efémera, e despenhou-se de grande altura sobre as lajes da varanda, onde o seu insignificante, frágil, minúsculo corpo vibrou ainda, zumbindo durante um pouco, deitado sobre as costas, num último e desesperado esforço para se endireitar e voar para longe dali. Foi inútil. O estertor da morte foi implacável.

Encontraram-na no dia seguinte, imóvel, vã, no seu frio leito de morte.


"Do pó vieste, ao pó voltarás" Génesis


José António Baptista

29-04-2011, Oeiras


fotografia: digitalização duma abelha achada morta no chão.


segunda-feira, abril 18, 2011

Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe


Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe


Uma simples brincadeira feita às 05h05 na varanda com uma temperatura muito agradável numa noite bastante calma.



sexta-feira, janeiro 14, 2011

terça-feira, agosto 17, 2010

Malditas traças!

digitalização duma traça que não deixei procriar...


Tenho a despensa cheia destas bichas malvadas. É a primeira vez que tal me acontece na vida.


A primeira vez que dei por uma foi há uns meses, dentro duma caixa de Suchard Express! Sim, DENTRO...

Abria-a para me servir e vi um bicharoco a mexer lá dentro no meio do pó. Não percebi logo o que era.

Tirei-o com a colher e deitei-o no lavador. Achei eu. E fiz o copo de leite achocolatado.

Numa segunda vez voltei a ver outro - ou seria o mesmo? Tirei-o de novo com a colher e deitei-o de novo no lavador.


Nunca mais pensei no assunto, até porque nunca mais me servi do Suchard.

Até há uns tempos atrás em que me apercebi da despensa estar minada de traças por todo o lado.

Das leituras que tenho feito, aprendi que além das conhecidas traças da roupa e dos livros, também existem traças dos alimentos, que os contaminam, sendo um deles o chocolate.

Claro que deitei fora a embalagem de chocolate em pó, mas o mal estava feito.


Pergunto-me se aquela embalagem de Suchard Express não viria já contaminada de fábrica, visto que antes de a usar não tinha traças na despensa. Preocupante!


sábado, julho 10, 2010

Cigarra cantando


para quem estiver, como eu, com saudades do Alentejo...


quinta-feira, julho 01, 2010

esvoaçando em busca de Tânato


Ontem à noite, enquanto trabalhava afanosamente para publicar alguns artigos num blog, para dar um pouco de repouso aos olhos já dolentes, olhei casualmente para a parede e vi esvoaçando como louca uma singela borboleta nocturna, que se aproximava, afastava, aproximava, afastava, e voltava a aproximar da incandescente lâmpada acesa, filamento rutilante como mil sóis, numa dança medonha, possessa, que logo deduzi ser uma inequívoca busca pessoal de Tânato. Para alguns temível, para ela talvez uma doce libertação.


Hoje de manhã, meio ensonado ainda, ao chegar ao meu poiso habitual em frente ao écran do computador, confirmei o que suspeitara na véspera.

Lá estava ela caída no chão, deitada sobre o dorso, sem se mover ou respirar. O seu longo caminho, a sua profícua busca, tinha terminado ali.



imagem © josé antónio • comunicação visual [ aqui ] reprodução proibida.


quarta-feira, março 17, 2010

ave ou ovni...


Ontem, pouco depois de almoço, regressava eu a casa após ter ido à tabacaria do costume - não, não é a do Álvaro de Campos - abastecer-me de cigarros quando, como muitas vezes faço, parei à entrada do meu prédio próximo dum belo exemplar de Yuca ali existente, na esperança de nele ver, para além dos habituais pardais, um ou outro melro, visita também usual.


A minha intenção era fotografar e/ou filmar algum exemplar desse interessante espécime de ave que por aqui ainda vai sobrevivendo.

Ando sempre com a máquina fotográfica e a camcorder para aproveitar oportunidades que surjam de registar coisas interessantes, seja o que for.


Assim, ali estava eu qual papalvo a olhar para cima, para a copa da Yuca e a olhar também ao derredor para o ar e para os prédios, de onde de vez em quando voavam ou pousavam alguns pombos.


Num destes prédios, aliás, existe um falcão peneireiro, que por vezes oiço e já vi passar a piar, lançado como um foguete em direcção à Quinta do Barão, onde vai certamente caçar e alimentar-se. Há uns anos eram um casal, mas um deles desapareceu.


No meu deambular visual olhei para o bosquete da mencionada quinta, a cerca de 90 metros do ponto onde me encontrava.

Reparei então que sobre uma ramada duma alta e muito despida árvore estava uma mancha negra de razoável dimensão cujo contorno me lembrava uma ave.


Devo parar aqui esta narrativa para esclarecer que as minhas limitações visuais me fizeram perder a excelente acuidade visual que eu tinha, e que me foi difícil perceber bem e nitidamente a imagem.


Aquilo era para mim apenas uma mancha negra, mas movia-se. Isto era relevante e significativo.

Pela forma da mancha, pelos movimentos, pela pose sobre a ramada, deduzi que se tratava indubitavelmente duma ave. Mas que género?

Àquela distância e daquele tamanho teria que ser algo de grande porte, digamos ao nível de um pavão.


Fiz então o habitual. Uma fotografia e um vídeo.

Pouco se consegue ver pois a qualidade é muito fraca mas penso que dá para ter uma ideia.


Pouco depois a ave levantou voo e, então sim, as dúvidas, a existirem, dissiparam-se e consegui perceber que ela era esguia e tinha uma cauda longa.


Confesso, fiquei curioso em saber que ave era aquela!


a ave está mais ou menos ao centro da imagem

a ampliação possível

a ave empoleirada mais ou menos ao centro


fotografias e vídeo 16-03-2010, 14h57-15h07 © josé antónio • comunicação visual


quarta-feira, março 10, 2010

o meu Lobo era faquir...


o Lobo em 17-12-1990 com cerca de 7 meses


O meu Lobinho, que saudades, era faquir, ah pois era!

Corria-lhe nas veias o sangue e o instinto dos antepassados.

Os seus progenitores foram uma puta duma cadela rafeira, de seu nome Diana, e um machão dum pastor do Alasca de seu nome Laska.


O que é que tal cruzamento de genes haveria de dar?!

Entre outras crias, uma completamente negra, lindíssima, pela qual me apaixonei e que desde logo nomeei Lobo e decidi conservar comigo.


Assim, após o desmame. lá pelo mês de idade, o Lobo acompanhou-nos para a sua nova morada, um modesto andar na Figueirinha, em Oeiras.


Como tanto eu como a minha esposa trabalhávamos o dia todo, o nosso Lobinho ficava sozinho em casa, confinado à cozinha e à marquise, até chegarmos e um de nós o levar numa saudável passeata recheada de brincadeiras e correrias nos terrenos baldios atrás do nosso prédio.


Está bom de ver que o animal tinha que fazer alguma coisa para passar o tempo enquanto aguardava o nosso regresso.

E que bons divertimentos ele arranjava...


Como o reproduzido na foto abaixo, que foi ter um dia atirado ao chão o faqueiro de queijo que estava em cima da bancada e ter andado a brincar com as facas e roído os cabos todos!

Não, não se cortou.


O resultado foi o que se vê:


o faqueiro, que ainda conservo, com os cabos roídos


fotografias © josé antónio • comunicação visual | reprodução proibída


terça-feira, março 09, 2010

o tripé cagão...


Finalmente consegui apanhá-lo!


Há muito que eu perseguia este impressionante e inaudito momento.


Afinal o Fausto António Basílio - Pasoca para os amigos - conta já com 10 anos de convívio connosco, desde aquele remoto dia em que, minúscula bolinha de pêlo negro, nasceu e os seus olhinhos se abriram para o mundo.


Quantas vezes tentei registar este impressionante e acrobático instante com a máquina fotográfica!

Mas ir buscar a dita ao scriptorium, voltar à marquise e ligar a mesma... nunca cheguei a tempo.

As compactas digitais têm este inconveniente. Demoram a ficar prontas. Que saudades da minha reflex Olympus OM-10...


Mas desde que adquiri uma pequena camcorder Creative, passei a andar sempre com ela no bolso, na esperança de um dia...

E esse dia finalmente chegou! Hoje!


Por fim consegui registar o Pasoca na sua típica posição TRIPÉ CAGÃO, apanhado em pleno acto.


Tive gatos/as toda a vida e não me recordo de nenhum/a que fizesse esta acrobacia para arrear o calhau.


Isto é que é o que se chama CAGAR D'ALTO !


Pasoca em posição Tripé Cagão


vídeos 09-03-2010, 14h57 © josé antónio • comunicação visual