quinta-feira, junho 27, 2013
Greve Geral 27-06-2013
sábado, abril 27, 2013
«O Estado Social e o Direito à Reforma» [ Oeiras ]
Raquel Varela (UNL)e Maria Gama(APRE)
http://valedaterrugem.blogspot.pt/2013/04/o-estado-social-e-o-direito-reforma.html
fotografia do Centro Social Paroquial de Nova Oeiras do Bing Maps
quarta-feira, abril 24, 2013
sexta-feira, dezembro 21, 2012
DIGAM ADEUS. HOJE É O FIM DO MUNDO !
sábado, novembro 24, 2012
Estado de espírito 002
segunda-feira, novembro 19, 2012
Estado de espírito 001
Só me apetece pegar numa pistola e dar um tiro nos miolos.
Só ainda não o fiz porque sou um exímio atirador e as probabilidades de falhar são nulas.
sexta-feira, março 23, 2012
A Greve Geral foi um fracasso…
quarta-feira, julho 20, 2011
segunda-feira, maio 02, 2011
novidades sobre o "Estafermo"
novidades sobre o "Estafermo"
[ conto ]
Caras Amigas e caros Amigos,
Hoje recebi boas novas sobre o meu conto "Estafermo", o qual se encontra online no audioblog Estúdio Raposa, onde pode ser ouvido e descarregado, lido pela excelsa voz do locutor Luís Gaspar.
Podem ver na imagem a informação que hoje recebi no Facebook:
Escrevi este conto em 03-06-2004 e com o mesmo procurei relatar um episódio da minha meninice em Alcácer do Sal, dos tempos da escola.
Um amigo perguntou-me na altura, após ler o conto, se ele era verdade ou simples ficção.
O relato é rigorosamente verídico, com crianças, objectos e locais que existiam mesmo.
Claro que procurei colorir a prosa para lhe dar um pouco dos matizes com que eu o vivi naquela altura, quando o episódio aconteceu.
Para ler o conto, que está publicado como texto no meu blog Salacia, clique aqui: http://salacia.blogspot.com/2004/06/estafermo_108701522405261871.html
Para o ouvir lido no Estúdio Raposa, clique aqui: http://www.truca.pt/armazem_som/jose_ant_estafermo.mp3
Espero que vos agrade!
sexta-feira, abril 29, 2011
Do pó vieste, ao pó voltarás

"Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma" Lavoisier dixit.
Bateu as asas furiosamente num derradeiro esforço para evitar o tombo fatal no chão. Não conseguiu. Algo no seu corpo falhou, talvez a alma efémera, e despenhou-se de grande altura sobre as lajes da varanda, onde o seu insignificante, frágil, minúsculo corpo vibrou ainda, zumbindo durante um pouco, deitado sobre as costas, num último e desesperado esforço para se endireitar e voar para longe dali. Foi inútil. O estertor da morte foi implacável.
Encontraram-na no dia seguinte, imóvel, vã, no seu frio leito de morte.
"Do pó vieste, ao pó voltarás" Génesis
José António Baptista
29-04-2011, Oeiras
fotografia: digitalização duma abelha achada morta no chão.
segunda-feira, abril 18, 2011
Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe
Cigarro aceso Lua prenhe Passarada chilreante Carros noctívagos Mar ao longe
Uma simples brincadeira feita às 05h05 na varanda com uma temperatura muito agradável numa noite bastante calma.
quarta-feira, novembro 24, 2010
GREVE GERAL

GREVE GERAL
[ greve ]
24 Novembro 2010
Durante as próximas 24 horas não haverá publicações porque estamos em GREVE!
In the next 24 hours there will be no publishing because we are in STRIKE!
ilustração © josé antónio • comunicação visual, reprodução proibida.
domingo, novembro 14, 2010
Fujam do mundo melhor ! ! !
terça-feira, agosto 17, 2010
Malditas traças!
digitalização duma traça que não deixei procriar...
Tenho a despensa cheia destas bichas malvadas. É a primeira vez que tal me acontece na vida.
A primeira vez que dei por uma foi há uns meses, dentro duma caixa de Suchard Express! Sim, DENTRO...
Abria-a para me servir e vi um bicharoco a mexer lá dentro no meio do pó. Não percebi logo o que era.
Tirei-o com a colher e deitei-o no lavador. Achei eu. E fiz o copo de leite achocolatado.
Numa segunda vez voltei a ver outro - ou seria o mesmo? Tirei-o de novo com a colher e deitei-o de novo no lavador.
Nunca mais pensei no assunto, até porque nunca mais me servi do Suchard.
Até há uns tempos atrás em que me apercebi da despensa estar minada de traças por todo o lado.
Das leituras que tenho feito, aprendi que além das conhecidas traças da roupa e dos livros, também existem traças dos alimentos, que os contaminam, sendo um deles o chocolate.
Claro que deitei fora a embalagem de chocolate em pó, mas o mal estava feito.
Pergunto-me se aquela embalagem de Suchard Express não viria já contaminada de fábrica, visto que antes de a usar não tinha traças na despensa. Preocupante!
quinta-feira, julho 01, 2010
esvoaçando em busca de Tânato
Hoje de manhã, meio ensonado ainda, ao chegar ao meu poiso habitual em frente ao écran do computador, confirmei o que suspeitara na véspera.
Lá estava ela caída no chão, deitada sobre o dorso, sem se mover ou respirar. O seu longo caminho, a sua profícua busca, tinha terminado ali.
imagem © josé antónio • comunicação visual [ aqui ] reprodução proibida.
domingo, maio 16, 2010
hipocrisia
terça-feira, abril 27, 2010
Galiza-Portugal Nação Única
quinta-feira, novembro 26, 2009
sou munta feio por dentro
As orelhas pareciam-me pontiagudas e desproporcionadas para o tamanho do rosto. E de abano, inda por cima.
Sentia-me um cruzamento dum elefante com um reco assuinado. Aliás, trombas era o que não me faltava!
O meu ar, para mim, ligeiramente merceeiro talvez fosse herança genética do meu bisavô, taberneiro em Torres Vedras. Ou dos meus ancestrais circenses, certamente, por via deste facto, algo labrêgos.
O facto das moças da minha idade, por algumas das quais eu tinha um interesse que transcendia a simples amizade, dizia-me o meu estranho em crescendo pénis, talvez fosse por via do doce odor a qualquer coisa que eu não sabia bem o que era e que exalavam dos corpos e das bocas, não sabia pois nós rapazes, com quem mais andava nas cavaladas, a única coisa a que cheirávamos era a suor, a chulé e a merda, as moças dizia, não se manifestarem a esse respeito, não dizerem nada ou limitarem-se a uma espécie de assim-assim pois 'tá bem, julgo que em muito, imenso, contribuía para esse meu auto-juízo estético.
O meu corpo também não contribuía em nada para melhorar o meu aspecto. Ligeiramente lepsossomático, e de baixa estatura, a minha musculatura era rude e algo angulosa. Subir às árvores torna-nos parecidos com elas. Ficamos com os membros e músculos retorcidos e nodosos como elas.
Tinha apenas uma coisa a meu favor. Tinha o que se chamava ombros de alfaiate. Esta disse uma das minhas tias-avós, a tia Elvira, irmã da minha avó Angelina. Ombros altos, era o significado da expressão. Sim, tinha os ombros altos, o que era uma vantagem com a roupa, que de um modo geral me assentava sempre bem. O senão dos ombros, notava-se na praia, era serem um tanto ossudos. O que se disfarçava pondo a toalha de praia por cima deles...
É claro que este juízo que eu fazia de mim mesmo se referia apenas ao meu exterior. À res extensa visível.
O meu interior estava-me interdito e não passava das goelas para baixo. E para isto, para ter um leve vislumbre do meu interior, tinha que abrir a bocarra em frente ao espelho, imaginando o que existiria por ali abaixo.
Haviam as radiografias, óbvio. Mas pouco mostravam. Umas manchas brancas a revelar os ossos do esqueleto e era tudo.
Sempre podia comparar-me, e imaginar-me, com um frango, quando via a minha mãe ou avó a arranjarem algum para o almoço. Aquela ensanguentada tripalhada toda sempre me dava uma ideia aproximada de como eu era por dentro. Não devia ser muito diferente. Claro que não teria moela... Mas o aspecto dos ogãos não deveria andar muito longe se me abrissem de alto a baixo e me estripassem.
Tudo isto até há dias ter ido fazer uma ecografia abdominal e os meus piores receios confirmaram-se. Se eu achava que sou feio por fora, que dizer do interior... Blharg!
Horrendo! Simplesmente horroroso! Veio-me à ideia o "Alien, o Oitavo Passageiro"! Se há um Deus, onde é que ele anda!?
Confirmem por vós próprios na imagem que aqui vos deixo:










