sábado, junho 30, 2007
sábado, junho 23, 2007
JAZZ 2007
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Caros leitores ditos pessoas que lêem as letrinhas que alinho umas a seguir às outras como se foram pedrinhas numa vã glória de fazer sensato sentido avizinha-se aprochega-se a passos largos galopantes o já tradicional e incontornável e imperdível
Ciclo Internacional de Jazz 2007

Para os muitos apreciadores que sei os há muitos e aos montes ou às carradas ou galeras pejadas e camiões barcos e vapores ou com o meio de transporte que o poder puder cuidado com o poder com licença aqui fica a programada programação até ao momento disponibilizada veiculada pela DASC/DCT - Sector de Acção Cultural da C.M.O.
Adianto que em contacto por mail pois que deitei fora as bandeiras de sinais e o telégrafo que fiz com o responsável Paulo Afonso, no sentido de procurar averiguar e indagando ficar a saber se já estava definido o lugar para o evento, foi esta a resposta que rápida e electronicamente por simplex sistema binário recebi:
"Estão em aberto dois locais - Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras e Aud. Mun. Ruy de Carvalho, em Carnaxide.
Tudo aponta que será em Carnaxide mas só no final deste mês/inicio de Julho poderei afirmar o local exacto.
Existe ainda a possibilidade de ser acrescentado um fim de semana aos já anunciados."
PROGRAMA
21 de Setembro - 22h00
Projecto Edgar Caramelo (Portugal)
Edgar Caramelo - Saxofones alto e tenor, direcção
Vasco Agostinho - Guitarra
Ana Araújo - Piano
Hugo Antunes - Contrabaixo
Bruno Pedroso - Bateria
22 de Setembro - 22h00
Steve Wilson Quartet (USA)
Steve Wilson - Saxofones alto, Flauta
Danny Grissett - Piano
Ed Howard - Contrabaixo
Adam Cruz - Bateria
28 de Setembro - 22h00
Human Feel Quartet (USA)
Andrew D'Angelo - Saxofone alto, Clarinete baixo
Chris Speed - Saxofone alto, Clarinete
Kurt Rosenwinkel - Guitarras
Jim Black - Bateria
29 de Setembro - 22h00
Drew Gress Quintet (USA)
Ralph Alessi - Trompete
Tim Berne - Saxofone alto
Craig Taborn - Piano
Drew Gress - Contrabaixo
Tom Rainey - Bateria
Bilhete à venda a partir de 01 de Agosto de 2007
Preços
Plateia - 8.00 € / Balcão - 6.00 €
(desconto de 20% para - 25 anos e + 65 anos)
Locais de Venda
Loja CMO/Oeiras Parque; Lojas FNAC, ABREU, BLISS e WORTEN, Livraria Bulhosa Oeiras Parque e www.ticketline.pt (Reservas: 707 234 234)
Portal IOL, Portal CLIX, El Corte Inglês, Livrarias Bertrand, Livrarias Almedina, Livraria Letra e www.plateia.iol.pt (Reservs 214 346 304)
No local, nos dias de espectáculo, a partir das 18h00.
Informações - 21 440 85 82 / paulo.afonso@cm-oeiras.pt
Marque JÁ na sua agenda!
imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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Caros leitores ditos pessoas que lêem as letrinhas que alinho umas a seguir às outras como se foram pedrinhas numa vã glória de fazer sensato sentido avizinha-se aprochega-se a passos largos galopantes o já tradicional e incontornável e imperdível
Ciclo Internacional de Jazz 2007
Para os muitos apreciadores que sei os há muitos e aos montes ou às carradas ou galeras pejadas e camiões barcos e vapores ou com o meio de transporte que o poder puder cuidado com o poder com licença aqui fica a programada programação até ao momento disponibilizada veiculada pela DASC/DCT - Sector de Acção Cultural da C.M.O.
Adianto que em contacto por mail pois que deitei fora as bandeiras de sinais e o telégrafo que fiz com o responsável Paulo Afonso, no sentido de procurar averiguar e indagando ficar a saber se já estava definido o lugar para o evento, foi esta a resposta que rápida e electronicamente por simplex sistema binário recebi:
"Estão em aberto dois locais - Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras e Aud. Mun. Ruy de Carvalho, em Carnaxide.
Tudo aponta que será em Carnaxide mas só no final deste mês/inicio de Julho poderei afirmar o local exacto.
Existe ainda a possibilidade de ser acrescentado um fim de semana aos já anunciados."
PROGRAMA
21 de Setembro - 22h00
Projecto Edgar Caramelo (Portugal)
Edgar Caramelo - Saxofones alto e tenor, direcção
Vasco Agostinho - Guitarra
Ana Araújo - Piano
Hugo Antunes - Contrabaixo
Bruno Pedroso - Bateria
22 de Setembro - 22h00
Steve Wilson Quartet (USA)
Steve Wilson - Saxofones alto, Flauta
Danny Grissett - Piano
Ed Howard - Contrabaixo
Adam Cruz - Bateria
28 de Setembro - 22h00
Human Feel Quartet (USA)
Andrew D'Angelo - Saxofone alto, Clarinete baixo
Chris Speed - Saxofone alto, Clarinete
Kurt Rosenwinkel - Guitarras
Jim Black - Bateria
29 de Setembro - 22h00
Drew Gress Quintet (USA)
Ralph Alessi - Trompete
Tim Berne - Saxofone alto
Craig Taborn - Piano
Drew Gress - Contrabaixo
Tom Rainey - Bateria
Bilhete à venda a partir de 01 de Agosto de 2007
Preços
Plateia - 8.00 € / Balcão - 6.00 €
(desconto de 20% para - 25 anos e + 65 anos)
Locais de Venda
Loja CMO/Oeiras Parque; Lojas FNAC, ABREU, BLISS e WORTEN, Livraria Bulhosa Oeiras Parque e www.ticketline.pt (Reservas: 707 234 234)
Portal IOL, Portal CLIX, El Corte Inglês, Livrarias Bertrand, Livrarias Almedina, Livraria Letra e www.plateia.iol.pt (Reservs 214 346 304)
No local, nos dias de espectáculo, a partir das 18h00.
Informações - 21 440 85 82 / paulo.afonso@cm-oeiras.pt
Marque JÁ na sua agenda!
imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quarta-feira, junho 20, 2007
um blog com tomates...
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O Caracol Carolas foi distinguido com mais um honroso prémio.
Desta feita o prémio chegou-nos da nossa amiga Isabel Magalhães do blog
À Rédea Solta.
Cumpre-nos também nomear 5 blogs que na nossa opinião merecem esta distinção pela coragem e pelo modo diferente, ousado e livre como assumem o estar na blogosfera:
"Sem Temor e sem Tremor"
Por ordem meramente alfabética...
— AND THE NOMINEES ARE:
Ai Jesus!
Chama Lunar
Eu sou o Politicopata
[guerrilhas]
Snail Tale
Aos nomeados, votos do maior sucesso aqui e algures!
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Desta feita o prémio chegou-nos da nossa amiga Isabel Magalhães do blog
À Rédea Solta.
Cumpre-nos também nomear 5 blogs que na nossa opinião merecem esta distinção pela coragem e pelo modo diferente, ousado e livre como assumem o estar na blogosfera:
"Sem Temor e sem Tremor"
Por ordem meramente alfabética...
— AND THE NOMINEES ARE:
Ai Jesus!
Chama Lunar
Eu sou o Politicopata
[guerrilhas]
Snail Tale
Aos nomeados, votos do maior sucesso aqui e algures!
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domingo, junho 03, 2007
quarta-feira, maio 23, 2007
Dia de Unidade
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Hoje 23 de Maio não podia deixar de fazer este post.
Vem um bocadito tarde mas vem a tempo.
Hoje é até às 24 h. ainda é
Dia de Unidade
em Tancos na E.T.P.
Quando lá entrei em 1977 era a B.E.T.P.
Antes fora o R.C.P.
Mas sempre foi é e será a
Casa-mãe dos Pára-quedistas portugueses.
Oiça o Toque de Marcha clicando abaixo:
E já agora para nos conhecer melhor faça uma visita ao site oficial das Tropas Pára-quedistas clicando AQUI
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sexta-feira, maio 18, 2007
Thinking Blogger Award
O Caracol Carolas foi distinguido com o Thinking Blogger Award pela ISABEL MAGALHÃES, a quem agradeço a honrosa distinção.
Como determina o regulamento, cumpre-me a obrigação de eleger 5 blogs para receberem o Prémio. Tarefa árdua, porque os há muitos e de excelente qualidade. Aqui ficam os meus 5 nomeados por ordem alfabética:
À Rédea Solta
Ai Jesus!
Menina Marota
SaraMM
Snail Tale
Os nomeados devem copiar o logotipo (button) do 'Award' e colocar na barra lateral do seu blog. Depois é só escolher cinco blogs e fazer um Post indicando-os.
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sábado, maio 12, 2007
PARABÉNS OEIRAS LOCAL !
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CONVITE
SUPER RAVE SUPER RAVE SUPER RAVE
CONVITE
SUPER RAVE SUPER RAVE SUPER RAVE
Com os 'ARRE-TISTAS' do costume...
!!! OEIRAS LOCAL !!!
COMEMORAÇÃO DO I ANIVERSÁRIO
Dia 13 DE MAIO DE 2007
Das 00:00 às 24:00
Em http://oeiraslocal.blogspot.com/
!!! APARECE !!!
PATROCÍNIOS:
LANCHE IZIDORO,
RESTAURADOR OLEX,
BRYLCREEM
DET,
SILVO,
JUÁ,
SUNSILK
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sexta-feira, maio 11, 2007
a pandeleiragem já vem de tempos recuados...
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... e por isso está tão entranhada na cultura deste povo português!
Eu já tinha alertado para o facto dos portugueses serem cada vez mais um povo de pandeleiros (ver o post "portugal, país de pandeleiros", de 25 Abril 2004, para uma compreensão do conceito).
Não há muito tempo que um homem candal afirmou publicamente nas pantalhas televisivas que o país é governado por lobbys pandeleiros (ele usa outro conceito ligeiramente diferente), e a reacção não foi nenhuma, que eu saiba. Ninguém o molestou.
Ele é na política, nos media, no desporto, na cultura, em todas as formas de poder. Não se pode olhar para lado nenhum que não se depare logo com um deles!
A prova de que tenho razão chegou-me através dum post de 29 DEZ 2005, de Carlos M. E. Lopes, que não conheço mas a quem endereço um abraço, publicado no blog de um amigo viseense, blog esse que tem a muito apropriada designação de AI JESUS!, e ao qual recomendo uma visita.
Eu não imaginava era que a coisa tivesse uma origem tão recuada no tempo, pelo menos 2000 anos, apesar de o suspeitar como em relação a tantas outras idiossincrasias da cultura pátria.
Sem ter pedido licença, transcrevo 2 Epigramas escritos por Marcial, poeta epigramático latino ( séc. I-II ) nascido na Hispânia, com um estilo que terá influenciado Bocage:
imagem: Google, manipulada em Photoshop
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... e por isso está tão entranhada na cultura deste povo português!
Eu já tinha alertado para o facto dos portugueses serem cada vez mais um povo de pandeleiros (ver o post "portugal, país de pandeleiros", de 25 Abril 2004, para uma compreensão do conceito).
Não há muito tempo que um homem candal afirmou publicamente nas pantalhas televisivas que o país é governado por lobbys pandeleiros (ele usa outro conceito ligeiramente diferente), e a reacção não foi nenhuma, que eu saiba. Ninguém o molestou.
Ele é na política, nos media, no desporto, na cultura, em todas as formas de poder. Não se pode olhar para lado nenhum que não se depare logo com um deles!
A prova de que tenho razão chegou-me através dum post de 29 DEZ 2005, de Carlos M. E. Lopes, que não conheço mas a quem endereço um abraço, publicado no blog de um amigo viseense, blog esse que tem a muito apropriada designação de AI JESUS!, e ao qual recomendo uma visita.
Eu não imaginava era que a coisa tivesse uma origem tão recuada no tempo, pelo menos 2000 anos, apesar de o suspeitar como em relação a tantas outras idiossincrasias da cultura pátria.
Sem ter pedido licença, transcrevo 2 Epigramas escritos por Marcial, poeta epigramático latino ( séc. I-II ) nascido na Hispânia, com um estilo que terá influenciado Bocage:
Se depilas o peito, as pernas mais os braços,
Se teu pénis também em torno é depilado,
É porque à tua amante assim melhor agradas...
Mas em quem pensas tu, ao depilar o rabo?
(Epigramas, Livro II, 62)
De seu membro viril ‘stá doente o teu escravo;
Tu, Névolo, do rabo.
Adivinho não sou; mas presumo o que fazes.
(Epigramas, Livro III, 71)
Se teu pénis também em torno é depilado,
É porque à tua amante assim melhor agradas...
Mas em quem pensas tu, ao depilar o rabo?
(Epigramas, Livro II, 62)
De seu membro viril ‘stá doente o teu escravo;
Tu, Névolo, do rabo.
Adivinho não sou; mas presumo o que fazes.
(Epigramas, Livro III, 71)
imagem: Google, manipulada em Photoshop
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POESIA
terça-feira, maio 01, 2007
sábado, abril 21, 2007
o peripatético de Pallet
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Hoje é dia de efeméride. Lembremos alguém que morreu, faz hoje 865 anos, e que fez um GRANDE sacrifício em nome do Amor... vá-se lá perceber porquê.
Enfim, coitado do ABELARDO (1079- 1142).
Mas também quem é que o mandou apaixonar-se loucamente por Eloísa, a jovem (e pelos vistos jeitosa) sobrinha do raivoso e vingativo Fulberto, cónego de Nossa Senhora de Paris !?
Oiçamos o goliardo:
É dura, a vida de filósofo, pois... :)
imagem: Google.
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Hoje é dia de efeméride. Lembremos alguém que morreu, faz hoje 865 anos, e que fez um GRANDE sacrifício em nome do Amor... vá-se lá perceber porquê.
Enfim, coitado do ABELARDO (1079- 1142).
Mas também quem é que o mandou apaixonar-se loucamente por Eloísa, a jovem (e pelos vistos jeitosa) sobrinha do raivoso e vingativo Fulberto, cónego de Nossa Senhora de Paris !?
Oiçamos o goliardo:
Ou est la tres sage Helloïs
Pour qui fut chastré et puis moyne
Pierre Esbaillart a Saint Denys?
Pour son amour ot ceste essoyne.
Mais ou sont les neiges d'antan?
[Onde está a sensata Heloísa / Por quem foi castrado e depois monge / Pedro Abelardo em S. Dionísio? / Por amor dela teve esta desgraça. / Mas onde estão as neves d'antanho?]
Pour qui fut chastré et puis moyne
Pierre Esbaillart a Saint Denys?
Pour son amour ot ceste essoyne.
Mais ou sont les neiges d'antan?
[Onde está a sensata Heloísa / Por quem foi castrado e depois monge / Pedro Abelardo em S. Dionísio? / Por amor dela teve esta desgraça. / Mas onde estão as neves d'antanho?]
É dura, a vida de filósofo, pois... :)
imagem: Google.
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domingo, abril 08, 2007
brutu masculu sexuale latinu (a)
Não há homem macho temente a Deus que se preze e que preze o respeito de familiares, amigos e conhecidos que não acredite piamente na fidelidade da cara-metade... e não seja capaz de apostar os CORNOS em como a esposa lhe é fiel... assim como ele...
Citação praxada (b):
"Um homem sem cornos é como um jardim sem flores."
Notas espúrias e desnecessárias:
(a) SIC, "bruto macho sexual latino" - tradução literal, rude e bárbara do Latim b.
(b) da praxe, ou não fosse a batata a murro.
nota de rodapé: Este post é só para não pensarem que desapareci. Ando é com pouco tempo para dedicar ao blog. Felizmente é por razões profissionais.
desenho: © josé antónio 2006 - CLIQUE PARA AUMENTAR
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quarta-feira, março 14, 2007
cartilagens
Há dias às vezes há, era 01 MAR 2007, pelas 15:31 vinha alapado na camioneta 470 da Stagecoach e fiz uma coisa que não tenho o hábito faz o monje de fazer e que consiste em fotografar pessoas desconhecidas sem que elas saibam que estão a ser alvo target do olhar objectivo atento e perspicaz da objectiva da minha máquina fotográfica que escreve com a luz.
É verdade inha desta vez não resisti porque achei às vezes acho que não podia perder um registo assim nem assado.
Um magnífico e grandioso grandiloquente par de velhas peludas orelhas cartilagens e o respectivo invisível mas vê-se sente-se telemóvel que quase parece desaparecer dentro da orelha esmagado pela manápula que se adivinha prenhe de estórias de cumplicidade entre trabalho e luxúria e sabe-se lá onde terão andado entrado mexido...
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pobreza vs. moda
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Em tempos de antanho, e não há muito, era sinal claro e iniludível de miserável pobreza.
Quantos milhares milhões? de diligentes, encarquilhados, carinhosos, dedos de avós muito velhinhas prenhes, opadas quase a rebentar, de ternura pelos netinhos e netinhas, enfiaram a cabecita dum dedo no dedal e seguraram com firmeza velhas às vezes enferrujadas já tortas agulhas, e no orifício, no cu, destas enfiaram linhas cuspidas salivadas na ponta teimosa em desfiar e com arte de anos, décadas, séculos, milénios, costuraram rasgões assim nas calças, as poucas, muitas vezes tantas vezes as únicas?
Agora não é pobreza não é indigência.
Agora não é sintoma de paupérrima vida.
Agora é MODA.
Ainda bem.
Em tempos de antanho, e não há muito, era sinal claro e iniludível de miserável pobreza.
Quantos milhares milhões? de diligentes, encarquilhados, carinhosos, dedos de avós muito velhinhas prenhes, opadas quase a rebentar, de ternura pelos netinhos e netinhas, enfiaram a cabecita dum dedo no dedal e seguraram com firmeza velhas às vezes enferrujadas já tortas agulhas, e no orifício, no cu, destas enfiaram linhas cuspidas salivadas na ponta teimosa em desfiar e com arte de anos, décadas, séculos, milénios, costuraram rasgões assim nas calças, as poucas, muitas vezes tantas vezes as únicas?
Agora não é pobreza não é indigência.
Agora não é sintoma de paupérrima vida.
Agora é MODA.
Ainda bem.
imagem: © 2007 josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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terça-feira, março 06, 2007
a fábula do homem que tudo sabia
Perguntassem o que lhe perguntassem, ele tinha sempre resposta para tudo.
Afinal, ele era o homem que sabia tudo e que tudo sabia.
Até que um dia um menino pobre lhe perguntou como se chamava e ele... após uma prolongada pausa... ficou boquiaberto sem saber o que dizer.
Girou sobre os calcanhares e afastou-se penosamente a transpirar sob o peso da comoção.
Nunca mais o viram.
Afinal, ele era o homem que sabia tudo e que tudo sabia.
Até que um dia um menino pobre lhe perguntou como se chamava e ele... após uma prolongada pausa... ficou boquiaberto sem saber o que dizer.
Girou sobre os calcanhares e afastou-se penosamente a transpirar sob o peso da comoção.
Nunca mais o viram.
imagem: © 2007 josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quinta-feira, fevereiro 22, 2007
CSI Hueiras
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Na tarde de 21 FEV 2007, um estranho fragmento esbranquiçado de forma curvilínea, formando um arco, com cerca de 9 mm entre extremidades e uma espessura máxima de 1,5 mm no seu ponto mais espesso, seccionado longitudinalmente quase até meio a partir da extremidade mais larga, na direcção da ponta, foi detectado no soalho do scriptorium Sul.
Recolhido pela equipa de peritagem, foi depositado para exame no laboratório.
Após os exames periciais regulamentares, a equipa responsável concluiu tratar-se, sem margem para dúvida, de uma unha do famoso gato preto Fausto António Basílio (Pasoca).
Apresentamos de seguida imagens do citado fragmento, após ter sido submetido a exame pericial:

imagem: © 2007 CSI Hueiras
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Na tarde de 21 FEV 2007, um estranho fragmento esbranquiçado de forma curvilínea, formando um arco, com cerca de 9 mm entre extremidades e uma espessura máxima de 1,5 mm no seu ponto mais espesso, seccionado longitudinalmente quase até meio a partir da extremidade mais larga, na direcção da ponta, foi detectado no soalho do scriptorium Sul.
Recolhido pela equipa de peritagem, foi depositado para exame no laboratório.
Após os exames periciais regulamentares, a equipa responsável concluiu tratar-se, sem margem para dúvida, de uma unha do famoso gato preto Fausto António Basílio (Pasoca).
Apresentamos de seguida imagens do citado fragmento, após ter sido submetido a exame pericial:
imagem: © 2007 CSI Hueiras
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terça-feira, fevereiro 20, 2007
lugares
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Há lugares...
Há lugares que evocam memórias ancestrais.
Coisas fugazes de criança infante moço que se cruzam à nossa frente como guelas coloridos, berlindes irisados, adossados no prazer da memória no fundo da alembradura recondita.
Momento em que o cheiro podre das algas ensolaradas inundam o ser que é à procura dum saber que não se sabe.
Há lugares...
Há lugares... talvez o vento, talvez o aroma que se respira respirado transportado pela brisa do fim do dia, talvez uma nuvem esparsa... talvez apenas as cores que nos rodeiam, em meias-tintas diluídas no entardecer... talvez a hora, cronos pungente a reverberar os ecos que vêm de longe... talvez um sonho violentado pelo súbito acordar para a realidade - realidade?... talvez o doce murmurejar das ondinhas a lamber o lodo marginal - há lodo não marginal?... talvez a espiga de trigo a ondear ao vento... talvez a vaca deitada à sombra do chaparro... talvez...
Há lugares...
Há lugares onde apetece chegar e ficar... para sempre.
Porto palafita da Carrasqueira
Reserva Natural do Estuário do Sado








imagens: © josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
todas as fotografias: 18 FEV 2007
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Há lugares...
Há lugares que evocam memórias ancestrais.
Coisas fugazes de criança infante moço que se cruzam à nossa frente como guelas coloridos, berlindes irisados, adossados no prazer da memória no fundo da alembradura recondita.
Momento em que o cheiro podre das algas ensolaradas inundam o ser que é à procura dum saber que não se sabe.
Há lugares...
Há lugares... talvez o vento, talvez o aroma que se respira respirado transportado pela brisa do fim do dia, talvez uma nuvem esparsa... talvez apenas as cores que nos rodeiam, em meias-tintas diluídas no entardecer... talvez a hora, cronos pungente a reverberar os ecos que vêm de longe... talvez um sonho violentado pelo súbito acordar para a realidade - realidade?... talvez o doce murmurejar das ondinhas a lamber o lodo marginal - há lodo não marginal?... talvez a espiga de trigo a ondear ao vento... talvez a vaca deitada à sombra do chaparro... talvez...
Há lugares...
Há lugares onde apetece chegar e ficar... para sempre.
Porto palafita da Carrasqueira
Reserva Natural do Estuário do Sado
imagens: © josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
todas as fotografias: 18 FEV 2007
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PATRIMÓNIO
domingo, fevereiro 18, 2007
ESTAFERMO III
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Caros, para todos aqueles que ainda não tiveram oportunidade de ouvir o meu conto ESTAFERMO, no qual ficciono memórias de infância em Alcácer do Sal, têm aqui a oportunidade de o fazer online, na extraordinária locução de Luís Gaspar, responsável e locutor do audioblog Estúdio Raposa.
Para tal basta que cliquem no título deste post ou aqui do vosso lado direito, na barra lateral, no link "ESTAFERMO, na voz do Luís Gaspar".
Desejos de um boa audição!
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Para tal basta que cliquem no título deste post ou aqui do vosso lado direito, na barra lateral, no link "ESTAFERMO, na voz do Luís Gaspar".
Desejos de um boa audição!
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VIDA
sábado, fevereiro 17, 2007
moderação
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Caros Amigos e Visitantes,
Muitos de vós estranharão que um espaço que sempre esteve de portas abertas a comentários e cuja única restrição era a caixa de verificação de caracteres (motivada por uma gigante entrada de spam) apareça agora com Moderação de Comentários.
Não se zanguem porque esta modalidade nada tem a ver convosco. Gosto imenso de vos ter por cá e agrada-me que deixem as vossas opiniões, boas ou menos boas a respeito, quer deste blog, quer das matérias nele expostas.
O que se passa é que existem pessoas, e pelo que tenho constatado desde que construo espaços na Internet, já lá vão uns bons 4 ou 5 anos, o número tende a aumentar exponencialmente (degradação da saúde mental em Portugal?), existem pessoas dizia eu que, escondidas no anonimato, sintoma de cobardia, infestam muitos espaços com o único fito de explorarem/descarregarem as suas frustrações, taras, manias, fobias, psicopatias e azedumes com o mundo, agredindo verbalmente aqueles que frequentam estes espaços, incomodando toda a gente e perturbando o normal funcionamento dos mesmos. Em especial, comprometendo uma essencial função destes espaços nesta sociedade em que aumenta a solidão humana e em que este lugares são para muitos um local para conviverem e se sentirem menos sós, por terem alguém que os ouve e com quem podem falar. Os blogs, já o tenho dito, cumprem hoje uma função social similar à que os cafés cumpriam antigamente.
Refiro-me em concreto a um comentador registado, mas que 'convenientemente' tem o registo indisponível, o que mostra a sua falta de verticalidade, lealdade, hombridade e capacidade para se expor com altivez e verdade como todos nós, pois quem assume aquilo que diz não esconde a 'cara', comentador este que assina com o nick de MAJOR SILVÉRIO e que nos últimos tempos tem vindo quase diariamente a este blog deixar carradas, só hoje foram ca. de 18, de comentários em que apenas me insulta, num vernáculo de fazer corar um carroceiro. Insulta, julga ele, pois estes ataques soezes cometidos à traição na escuridão do anonimato são actos de cobardia que um homem ou uma mulher com dignidade nunca fariam. Claro que os apaguei todos, porque não vos quero ver serem incomodados com esta palermice do fulano (fulana?). Apaguei-os no blog, mas todos eles estão guardados em ficheiros de mail, por via das coisas...
Quando não gosto dum espaço, por exemplo por não simpatizar com as pessoas que o frequentam, deixo de o frequentar. Nunca mais lá vou. Já o fiz em muitos blogs, porque tenho mais que fazer que perder tempo com disparates. E sobretudo não estou para gastar o meu precioso tempo, o pouco que me falta viver, a ir lá insultar as pessoas às escondidas. Isso é coisa de garotos e não de adultos.
Pois este tal 'major' - duvido que o seja; conheço muitos e mesmo de patentes muito mais altas e um verdadeiro militar não se comporta com esta falta de brio e honradez -, este auto-denominado 'major' começou por ir ao blog OEIRAS LOCAL, no qual sou colaborador e co-administrador, na medida em que a administração é partilhada a vários níveis entre alguns colaboradores. Neste blog ele começou, logo nas primeiras intervenções que fez, por dirigir insultos a todos os que divergissem da opinião dele. Bastava que alguém dissesse que não concordava com algo que ele tivesse dito para de seguida vir logo um chorrilho de insultos ao 'desalinhado'...
Por este facto a administração do OEIRAS LOCAL tomou a sempre desagradável decisão, por a opção 'só registados' não ter produzido nada de positivo, de lhe começar a apagar os comentários em que ele era insultuoso numa tentativa de o fazer compreender que aquela atitude era contrária aos princípios do blog e apenas criava mau ambiente. O que não só não resultou como teve o efeito inverso. Ele passou a fazer comentários exclusivamente de teor insultuoso, dirigidos quer à administração do blog, representada pela Isabel Magalhães, quer a mim, quer mesmo a outros colaboradores do blog, e comentadores, intervenientes nos debates. Presentemente ele deixa ficar comentários com insultos sem sequer dizer nada a respeito dos temas dos posts onde os coloca. É mesmo só insultos! Chegou à insanidade de fazer copy-paste do mesmo comentário insultuoso e espalhá-lo pelo blog todo! Numa certa noite chegou a pôr ca. 26, todos iguais... imagine-se o DESEQUILÍBRIO MENTAL de alguém que pratica um acto destes!!!
A situação tornou-se de tal forma insustentável que a administração decidiu daí para a frente apagar-lhe todo e qualquer comentário que ele colocasse. O que é, obviamente, um direito absoluto de quem é proprietário dum blog, qualquer blog.
Só que o fulano enveredou, não sei porque carga de água, por tomar-me de ponta. Pelo teor de alguns dos comentários dele, transparece a ideia de que ele acha que eu sou dono do OEIRAS LOCAL e que decidi sozinho apagar-lhe os comentários. Não entendeu que foi uma decisão administrativa, entre todos os colaboradores e a administração, e que só ao fim de muito tempo, devido a ele não mudar de atitude, é que a decisão foi tomada.
E assim AQUI apareceu ele, neste meu blog pessoal, a fazer a mesma coisa que faz no OEIRAS LOCAL. 'Faz' e não 'fez' ou 'fazia', pois ainda não deixou de lá ir verter os mesmos comentários de baixo calibre. Continua a escrever comentários em que se limita a insultar-me, coisa que me passa ao lado, é claro, porque não é um DESEQUILIBRADO que me vai incomodar ou impedir aquele e este blogs de continuarem a ser o que são.
Para tornar mais fácil a gestão de comentários, muito a contragosto porque aprecio o diálogo em tempo real, está ACTIVADA a MODERAÇÃO. Isto permite interceptar qualquer comentário do DITO CUJO antes que apareça no blog, inviabilizando que VÓS, meus QUERIDOS AMIGOS, sejais incomodados por este ENERGÚMENO virtual, por esta alma penada que assombra a blogosfera, sem a mínima noção do ridículo. Acreditem que até já me passou pela cabeça que ele seja o fantasma do Sadam Hussein...
Que isto não vos impeça de aqui vir e comentar. Apenas acontece que vai demorar uns minutos até o vosso comentário aparecer no blog. Mas garanto-vos que aparece!! Os dele é que não... :)
FORTE ABRAÇO!
post scriptum: Penso seriamente se será caso para fazer uma queixa formal junto do SAPO, alojador português do Blogger, para que tal utilizador REGISTADO (logo, por eles identificável a partir do endereço de mail do registo) seja desincentivado deste tipo de práticas, que violam as normas que regem a utilização do serviço.
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Caros Amigos e Visitantes,
Muitos de vós estranharão que um espaço que sempre esteve de portas abertas a comentários e cuja única restrição era a caixa de verificação de caracteres (motivada por uma gigante entrada de spam) apareça agora com Moderação de Comentários.
Não se zanguem porque esta modalidade nada tem a ver convosco. Gosto imenso de vos ter por cá e agrada-me que deixem as vossas opiniões, boas ou menos boas a respeito, quer deste blog, quer das matérias nele expostas.
O que se passa é que existem pessoas, e pelo que tenho constatado desde que construo espaços na Internet, já lá vão uns bons 4 ou 5 anos, o número tende a aumentar exponencialmente (degradação da saúde mental em Portugal?), existem pessoas dizia eu que, escondidas no anonimato, sintoma de cobardia, infestam muitos espaços com o único fito de explorarem/descarregarem as suas frustrações, taras, manias, fobias, psicopatias e azedumes com o mundo, agredindo verbalmente aqueles que frequentam estes espaços, incomodando toda a gente e perturbando o normal funcionamento dos mesmos. Em especial, comprometendo uma essencial função destes espaços nesta sociedade em que aumenta a solidão humana e em que este lugares são para muitos um local para conviverem e se sentirem menos sós, por terem alguém que os ouve e com quem podem falar. Os blogs, já o tenho dito, cumprem hoje uma função social similar à que os cafés cumpriam antigamente.
Refiro-me em concreto a um comentador registado, mas que 'convenientemente' tem o registo indisponível, o que mostra a sua falta de verticalidade, lealdade, hombridade e capacidade para se expor com altivez e verdade como todos nós, pois quem assume aquilo que diz não esconde a 'cara', comentador este que assina com o nick de MAJOR SILVÉRIO e que nos últimos tempos tem vindo quase diariamente a este blog deixar carradas, só hoje foram ca. de 18, de comentários em que apenas me insulta, num vernáculo de fazer corar um carroceiro. Insulta, julga ele, pois estes ataques soezes cometidos à traição na escuridão do anonimato são actos de cobardia que um homem ou uma mulher com dignidade nunca fariam. Claro que os apaguei todos, porque não vos quero ver serem incomodados com esta palermice do fulano (fulana?). Apaguei-os no blog, mas todos eles estão guardados em ficheiros de mail, por via das coisas...
Quando não gosto dum espaço, por exemplo por não simpatizar com as pessoas que o frequentam, deixo de o frequentar. Nunca mais lá vou. Já o fiz em muitos blogs, porque tenho mais que fazer que perder tempo com disparates. E sobretudo não estou para gastar o meu precioso tempo, o pouco que me falta viver, a ir lá insultar as pessoas às escondidas. Isso é coisa de garotos e não de adultos.
Pois este tal 'major' - duvido que o seja; conheço muitos e mesmo de patentes muito mais altas e um verdadeiro militar não se comporta com esta falta de brio e honradez -, este auto-denominado 'major' começou por ir ao blog OEIRAS LOCAL, no qual sou colaborador e co-administrador, na medida em que a administração é partilhada a vários níveis entre alguns colaboradores. Neste blog ele começou, logo nas primeiras intervenções que fez, por dirigir insultos a todos os que divergissem da opinião dele. Bastava que alguém dissesse que não concordava com algo que ele tivesse dito para de seguida vir logo um chorrilho de insultos ao 'desalinhado'...
Por este facto a administração do OEIRAS LOCAL tomou a sempre desagradável decisão, por a opção 'só registados' não ter produzido nada de positivo, de lhe começar a apagar os comentários em que ele era insultuoso numa tentativa de o fazer compreender que aquela atitude era contrária aos princípios do blog e apenas criava mau ambiente. O que não só não resultou como teve o efeito inverso. Ele passou a fazer comentários exclusivamente de teor insultuoso, dirigidos quer à administração do blog, representada pela Isabel Magalhães, quer a mim, quer mesmo a outros colaboradores do blog, e comentadores, intervenientes nos debates. Presentemente ele deixa ficar comentários com insultos sem sequer dizer nada a respeito dos temas dos posts onde os coloca. É mesmo só insultos! Chegou à insanidade de fazer copy-paste do mesmo comentário insultuoso e espalhá-lo pelo blog todo! Numa certa noite chegou a pôr ca. 26, todos iguais... imagine-se o DESEQUILÍBRIO MENTAL de alguém que pratica um acto destes!!!
A situação tornou-se de tal forma insustentável que a administração decidiu daí para a frente apagar-lhe todo e qualquer comentário que ele colocasse. O que é, obviamente, um direito absoluto de quem é proprietário dum blog, qualquer blog.
Só que o fulano enveredou, não sei porque carga de água, por tomar-me de ponta. Pelo teor de alguns dos comentários dele, transparece a ideia de que ele acha que eu sou dono do OEIRAS LOCAL e que decidi sozinho apagar-lhe os comentários. Não entendeu que foi uma decisão administrativa, entre todos os colaboradores e a administração, e que só ao fim de muito tempo, devido a ele não mudar de atitude, é que a decisão foi tomada.
E assim AQUI apareceu ele, neste meu blog pessoal, a fazer a mesma coisa que faz no OEIRAS LOCAL. 'Faz' e não 'fez' ou 'fazia', pois ainda não deixou de lá ir verter os mesmos comentários de baixo calibre. Continua a escrever comentários em que se limita a insultar-me, coisa que me passa ao lado, é claro, porque não é um DESEQUILIBRADO que me vai incomodar ou impedir aquele e este blogs de continuarem a ser o que são.
Para tornar mais fácil a gestão de comentários, muito a contragosto porque aprecio o diálogo em tempo real, está ACTIVADA a MODERAÇÃO. Isto permite interceptar qualquer comentário do DITO CUJO antes que apareça no blog, inviabilizando que VÓS, meus QUERIDOS AMIGOS, sejais incomodados por este ENERGÚMENO virtual, por esta alma penada que assombra a blogosfera, sem a mínima noção do ridículo. Acreditem que até já me passou pela cabeça que ele seja o fantasma do Sadam Hussein...
Que isto não vos impeça de aqui vir e comentar. Apenas acontece que vai demorar uns minutos até o vosso comentário aparecer no blog. Mas garanto-vos que aparece!! Os dele é que não... :)
FORTE ABRAÇO!
post scriptum: Penso seriamente se será caso para fazer uma queixa formal junto do SAPO, alojador português do Blogger, para que tal utilizador REGISTADO (logo, por eles identificável a partir do endereço de mail do registo) seja desincentivado deste tipo de práticas, que violam as normas que regem a utilização do serviço.
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domingo, fevereiro 04, 2007
grelo
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Em tempos de antanho cantava-se uma modinha que rezava assim:

imagem: © 2007 josé antónio CLIQUE PARA AMPLIAR
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Em tempos de antanho cantava-se uma modinha que rezava assim:
TEM GRELINHOS, TEM GRELINHOS,
TEM GRELINHOS NO QUINTAL,
JÁ NÃO COMO MAIS GRELINHOS,
QUE ME PODEM FAZER MAL!
Já VI muito GRELO... ai vi, vi!
Já COMI muito GRELO... ai comi, comi!
Há o Grelo da batata... o grelo do nabo... e há o grelo de que mais gosto!
O Arrozinho de grelos, que é do MELHOR!
Confesso é que foi a primeira vez que vi
O GRELO DO... ALHO!
TEM GRELINHOS NO QUINTAL,
JÁ NÃO COMO MAIS GRELINHOS,
QUE ME PODEM FAZER MAL!
Já VI muito GRELO... ai vi, vi!
Já COMI muito GRELO... ai comi, comi!
Há o Grelo da batata... o grelo do nabo... e há o grelo de que mais gosto!
O Arrozinho de grelos, que é do MELHOR!
Confesso é que foi a primeira vez que vi
O GRELO DO... ALHO!
imagem: © 2007 josé antónio CLIQUE PARA AMPLIAR
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quinta-feira, janeiro 25, 2007
domingo, janeiro 21, 2007
terça-feira, janeiro 16, 2007
estafermo II
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Caros(as)
Em 23 de Junho de 2006 publiquei AQUI no 'caracol carolas' um texto intitulado "estafermo", em que eu dava conta de que um conto com esse título, relativo a memórias de infância em Alcácer do Sal, conto este da minha autoria, estava online no audioblog Estúdio Raposa.
A leitura do conto, pelo locutor Luís Gaspar, era feita durante o episódio 08 da rubrica "Lugar Aos Outros", que incluía outras leituras e por este facto obrigava a ouvir todo o episódio, ca. 14'.
Hoje, gentilmente enviado pelo Luís Gaspar, trago aqui um link directo que permite ouvir apenas o meu conto, ca. 7'.
Para aqueles que ainda não o ouviram e para os que o queiram ouvir de novo, basta clicar aqui neste ESTAFERMO.
Votos de uma boa audição e que vos agrade tanto quanto a mim me agradou escrevê-lo e ouvi-lo na fascinante voz do Luís Gaspar, a quem encarecidamente agradeço.
imagem: © josé antónio 2007
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Em 23 de Junho de 2006 publiquei AQUI no 'caracol carolas' um texto intitulado "estafermo", em que eu dava conta de que um conto com esse título, relativo a memórias de infância em Alcácer do Sal, conto este da minha autoria, estava online no audioblog Estúdio Raposa.
A leitura do conto, pelo locutor Luís Gaspar, era feita durante o episódio 08 da rubrica "Lugar Aos Outros", que incluía outras leituras e por este facto obrigava a ouvir todo o episódio, ca. 14'.
Hoje, gentilmente enviado pelo Luís Gaspar, trago aqui um link directo que permite ouvir apenas o meu conto, ca. 7'.
Para aqueles que ainda não o ouviram e para os que o queiram ouvir de novo, basta clicar aqui neste ESTAFERMO.
Votos de uma boa audição e que vos agrade tanto quanto a mim me agradou escrevê-lo e ouvi-lo na fascinante voz do Luís Gaspar, a quem encarecidamente agradeço.
imagem: © josé antónio 2007
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segunda-feira, janeiro 08, 2007
sábado, janeiro 06, 2007
tóninhas
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imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE PARA AMPLIAR
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remanescentes obsessões críticas e paranóicas conspurcam o espírito fugaz como malvadas cínicas filhas do demo manchas de crude nas águas transparentes e cristalinas do mar da eternidade passional ontem hoje amanhã não há passado e futuro só presente inconsciente gravado a fogo líquido nas rochas piroclásticas como folhas que esvoaçam no tufão noctívago à beira do rio...
esperai...
esperai...
pela vinda do... NADA !
esperai...
esperai...
pela vinda do... NADA !
imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE PARA AMPLIAR
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sábado, dezembro 16, 2006
o menir de Abanaxota I
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A nossa equipa de arqueólogos, coordenada pela Professora Doutora Maria Alice de Penedo e Calhau, conseguiu erectar (colocar de pé, alevantar o alisando) o menir Abanaxota I, do séc. V a.C., descoberto a ca. de 12 quilómetros da aldeia Abanaxota, no deserto Ribalgarb.
Trazemos hoje uma imagem do referido megalito Abanaxota I, colhida pouco depois de atingida a sua erecção máxima.
A Junta de Freguesia espera que este seja um forte incentivo para incrementar as visitas turísticas ao local. Para o efeito foi já levantada a pouca distância uma barraquinha de mines e sandes de courato.
O Presidente da Junta confidenciou-nos mesmo que o slogan da campanha promocional do local irá ser algo no género:
Mais informações em: http://www.jf-abanaxota.pt/
desenho: © josé antónio 2006
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A nossa equipa de arqueólogos, coordenada pela Professora Doutora Maria Alice de Penedo e Calhau, conseguiu erectar (colocar de pé, alevantar o alisando) o menir Abanaxota I, do séc. V a.C., descoberto a ca. de 12 quilómetros da aldeia Abanaxota, no deserto Ribalgarb.
Trazemos hoje uma imagem do referido megalito Abanaxota I, colhida pouco depois de atingida a sua erecção máxima.
A Junta de Freguesia espera que este seja um forte incentivo para incrementar as visitas turísticas ao local. Para o efeito foi já levantada a pouca distância uma barraquinha de mines e sandes de courato.
O Presidente da Junta confidenciou-nos mesmo que o slogan da campanha promocional do local irá ser algo no género:
"Abanaxota. O prazer de Olhar e Tocar a Beleza da Natural Dureza!"
Mais informações em: http://www.jf-abanaxota.pt/
desenho: © josé antónio 2006
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sexta-feira, dezembro 08, 2006
terça-feira, dezembro 05, 2006
a foto da minha vida
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Todos aqueles que fotografamos queremos fazer A FOTO...
Tiramos dezenas de milhar de fotografias ao longo da nossa vida. Sempre em busca daquela foto...
Que nunca alcançamos porque somos demasiado exigentes e isto coloca-a num patamar inalcançável.
Até que olhamos para o nosso grosso e pesado acervo fotográfico e percebemos que nunca faremos a tal fotografia, pelo simples motivo de que... já a fizemos!
Essa que é a fotografia da nossa vida. A FOTO!
Aquela que sintetiza todo o nosso ser, a nossa essência.
Mesmo que tecnicamente nem seja das melhores, isso é um pormenor de somenos. O que conta é que ela expressa tudo o que somos e tudo o que temos dentro de nós, todas as nossas emoções e sentimentos, todas as nossas visões, toda a nossa paixão pelo mundo.
À foto da minha vida, tirada num dia invernoso de chuva, na Praia da Torre, no dia 11 de Dezembro de 1984, dei, há muito tempo, o título
fotografia: © josé antónio 2006
Todos aqueles que fotografamos queremos fazer A FOTO...
Tiramos dezenas de milhar de fotografias ao longo da nossa vida. Sempre em busca daquela foto...
Que nunca alcançamos porque somos demasiado exigentes e isto coloca-a num patamar inalcançável.
Até que olhamos para o nosso grosso e pesado acervo fotográfico e percebemos que nunca faremos a tal fotografia, pelo simples motivo de que... já a fizemos!
Essa que é a fotografia da nossa vida. A FOTO!
Aquela que sintetiza todo o nosso ser, a nossa essência.
Mesmo que tecnicamente nem seja das melhores, isso é um pormenor de somenos. O que conta é que ela expressa tudo o que somos e tudo o que temos dentro de nós, todas as nossas emoções e sentimentos, todas as nossas visões, toda a nossa paixão pelo mundo.
À foto da minha vida, tirada num dia invernoso de chuva, na Praia da Torre, no dia 11 de Dezembro de 1984, dei, há muito tempo, o título
fernão capelo gaivota
fotografia: © josé antónio 2006
sábado, dezembro 02, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
terça-feira, novembro 21, 2006
PIDPB
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Continuamos hoje a apresentar o nosso PIDPB:
Plano Integrado de Divulgação dos Pequenos Bugs.
O qual consiste numa apresentação dos bicharocos que de quando em vez aparecem neste scriptorium, talvez para fazerem um pouco de companhia ao solitário cattu (Felis silvestris catus), de seu nome Fausto António Basílio (Pasoca, para os amigos).
Este plano, PIDPB, começou com uma siphonaptera AQUI, passou por estes bugs AQUI e continuou nesta apicula AQUI.
Dei por este 'ilustre' visitante, que agora aparece, quando ao olhar na direcção da estante, me apercebi da sua presença esvoaçante parede acima, a caminho da perigosa lâmpada (acesa).
Se lhe chamo ILUSTRE é porque, tendo tantos títulos como os que de seguida transcrevo, só pode provir de boas famílias:
Reino Animalia; Filo Arthropoda; Classe Insecta; Super-ordem Endopterygota; Ordem Hymenoptera; Sub-ordem Apocrita e Super-família Apoidea.
Claro que o vulgo, na sua infinita e incontornável ignorância, trata-o simplesmente por abelha, abelhão, vespa, zangão ou outra coisa similar, conforme o grau de intimidade que tenha com ele.
Dizia eu que me apercebi do seu esvoaçar suicidário em direcção à lâmpada. Podia tê-lo advertido do risco que corria. Mas já sei como estas coisas são. Ninguém me dá ouvidos e ele não o iria fazer, nem que seja pelo simples facto de não os ter...
Pouco tempo depois, levantei-me e ao passar no local notei a sua presença imóvel caído no soalho. Não mexia nem uma perninha ou uma asinha. Ainda pensei fazer-lhe respiração boca-a-boca, mas não tinha a certeza se ele tinha lavado os dentinhos hoje... A sua imobilidade era tão premente que me convenci decididamente que ele estava morto. Com o respeito que os mortos me merecem, levantei-o do chão. E guardei a sua imagem para a partilhar com todos, antes de atirar o seu frágil corpinho para o cestinho dos papelinhos, onde repousa à espera que a Lei de Lavoisier dê provimento ao seu ser.
Eis as imagens, dorsal e ventral, do seu pobre e já gelado cadáverzinho, digitalizado em RGB a 300 dpi:


Dia 20 de Novembro de 2006
imagens: © josé antónio 2006 CLIQUE NELAS PARA AMPLIAR
n.b.: Tenho que divulgar bugs destes, porque uso MAC e os outros são-me desconhecidos...
Plano Integrado de Divulgação dos Pequenos Bugs.
O qual consiste numa apresentação dos bicharocos que de quando em vez aparecem neste scriptorium, talvez para fazerem um pouco de companhia ao solitário cattu (Felis silvestris catus), de seu nome Fausto António Basílio (Pasoca, para os amigos).
Este plano, PIDPB, começou com uma siphonaptera AQUI, passou por estes bugs AQUI e continuou nesta apicula AQUI.
Dei por este 'ilustre' visitante, que agora aparece, quando ao olhar na direcção da estante, me apercebi da sua presença esvoaçante parede acima, a caminho da perigosa lâmpada (acesa).
Se lhe chamo ILUSTRE é porque, tendo tantos títulos como os que de seguida transcrevo, só pode provir de boas famílias:
Reino Animalia; Filo Arthropoda; Classe Insecta; Super-ordem Endopterygota; Ordem Hymenoptera; Sub-ordem Apocrita e Super-família Apoidea.
Claro que o vulgo, na sua infinita e incontornável ignorância, trata-o simplesmente por abelha, abelhão, vespa, zangão ou outra coisa similar, conforme o grau de intimidade que tenha com ele.
Dizia eu que me apercebi do seu esvoaçar suicidário em direcção à lâmpada. Podia tê-lo advertido do risco que corria. Mas já sei como estas coisas são. Ninguém me dá ouvidos e ele não o iria fazer, nem que seja pelo simples facto de não os ter...
Pouco tempo depois, levantei-me e ao passar no local notei a sua presença imóvel caído no soalho. Não mexia nem uma perninha ou uma asinha. Ainda pensei fazer-lhe respiração boca-a-boca, mas não tinha a certeza se ele tinha lavado os dentinhos hoje... A sua imobilidade era tão premente que me convenci decididamente que ele estava morto. Com o respeito que os mortos me merecem, levantei-o do chão. E guardei a sua imagem para a partilhar com todos, antes de atirar o seu frágil corpinho para o cestinho dos papelinhos, onde repousa à espera que a Lei de Lavoisier dê provimento ao seu ser.
Eis as imagens, dorsal e ventral, do seu pobre e já gelado cadáverzinho, digitalizado em RGB a 300 dpi:


Dia 20 de Novembro de 2006
imagens: © josé antónio 2006 CLIQUE NELAS PARA AMPLIAR
n.b.: Tenho que divulgar bugs destes, porque uso MAC e os outros são-me desconhecidos...
sábado, novembro 18, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
sábado, outubro 28, 2006
apicula
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Damos continuidade ao plano integrado de divulgação dos pequenos bugs que de quando em vez aparecem neste scriptorium, talvez para fazerem um pouco de companhia ao solitário cattu (Felis silvestris catus), plano este que começou com uma siphonaptera AQUI e passou por estes bugs AQUI .
Eis a imagem duma apicula (Apis mellifera), capturada no chão, já fenecida, junto à porta da varanda Sul, no dia 27 de Outubro de 2006 e digitalizada em RGB a 300 dpi:

imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE NELA PARA AMPLIAR
nota: Tenho que divulgar bugs destes, porque uso Mac e desconheço os outros...
Damos continuidade ao plano integrado de divulgação dos pequenos bugs que de quando em vez aparecem neste scriptorium, talvez para fazerem um pouco de companhia ao solitário cattu (Felis silvestris catus), plano este que começou com uma siphonaptera AQUI e passou por estes bugs AQUI .
Eis a imagem duma apicula (Apis mellifera), capturada no chão, já fenecida, junto à porta da varanda Sul, no dia 27 de Outubro de 2006 e digitalizada em RGB a 300 dpi:

imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE NELA PARA AMPLIAR
nota: Tenho que divulgar bugs destes, porque uso Mac e desconheço os outros...
sexta-feira, outubro 20, 2006
quinta-feira, outubro 12, 2006
burgo
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Há estórias que não se sabe como começaram e que parecem não ter fim.
Esta é uma delas:

A ela voltaremos certamente...
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
Há estórias que não se sabe como começaram e que parecem não ter fim.
Esta é uma delas:

A ela voltaremos certamente...
CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR
sábado, outubro 07, 2006
estava um quente dia de verão...
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... e o prometido é devido, por isso:
Ewige Wiederkunft (1)

... e o prometido é devido, por isso:
Ewige Wiederkunft (1)

(1) Eterno Retorno
imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE NELA PARA AMPLIAR
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quinta-feira, outubro 05, 2006
segunda-feira, outubro 02, 2006
sem boca...

... não se pode FALAR...
... não se pode CALAR...
... só se pode ABARDINAR... e ESPERAR... e ABARDINAR... e ESPERAR... e ABARDINAR... e ESPERAR...
ANDA, VEM !
VAMOS ABARDINAR ESTA BANDALHEIRA ENQUANTO ESPERAMOS !!
n.b.: Um grão de areia a mais numa praia não faz qualquer diferença. Um grão de areia no sapato debaixo do calcanhar pode fazer cair o governo...
imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE NELA PARA AMPLIAR
a verdadeira estória de cnossos
Quantas vezes se nos coloca a questão de saber se as estórias que nos foram contadas e recontadas ao longo de milhares de anos correspondem efectivamente à verdade factual. Tantas...
Os nossos incansáveis investigadores foram uma vez mais, não sabem fazer outra coisa, à procura da VERDADE ESTÓRICA.
Após aturadas e prolongadas investigações, correndo, muitas vezes, perigo de vida, que esta existência de investigador de estórias é um mar que das rosas só tem os espinhos..., à custa de inúmeros sacrifícios, entre os quais se conta ter de ouvir cantar a Romana durante uma semana inteira, por mares e terras inexplorados, pelo menos por eles, finalmente transportaram até nós A VERDADEIRA ESTÓRIA DE CNOSSOS!
Aqui está ela, documentada num pergaminho do séc. V a.C.
A MINOCOW:

imagem: © josé antónio 2006 CLIQUE NELA PARA AMPLIAR
Os nossos incansáveis investigadores foram uma vez mais, não sabem fazer outra coisa, à procura da VERDADE ESTÓRICA.
Após aturadas e prolongadas investigações, correndo, muitas vezes, perigo de vida, que esta existência de investigador de estórias é um mar que das rosas só tem os espinhos..., à custa de inúmeros sacrifícios, entre os quais se conta ter de ouvir cantar a Romana durante uma semana inteira, por mares e terras inexplorados, pelo menos por eles, finalmente transportaram até nós A VERDADEIRA ESTÓRIA DE CNOSSOS!
Aqui está ela, documentada num pergaminho do séc. V a.C.
A MINOCOW:

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