quinta-feira, dezembro 06, 2007

Darfur - para acabar com a ignorância

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Porque é inadmissível que quase ninguém saiba o que significa DARFUR, como se depreende do que há pouco ouvi, durante o noticiário sobre a Cimeira UE-África, em que um velho respondeu que "é um sítio onde se vendem bebidas e coisas assim...", de permeio com muitas outras patetices doutros inquiridos, aqui ficam alguns links para fazer luz sobre as pobres cabecinhas que passam o dia a ver novelas e programas da treta, e que não queiram continuar a fazer o triste papel de TOLOS:


DARFUR

CONFLITO / GENOCÍDIO DE DARFUR

FACES OF DARFUR (in our silence we are complicit)

POR DARFUR !

EU ESTOU AKI...

imagem: © daqui
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segunda-feira, novembro 05, 2007

foto do dia

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FALTA DE PONTARIA...
a foto foi tirada hoje no mesmo wc do post de 14 OUT 2007

imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR

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segunda-feira, outubro 22, 2007

corvos !?

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Que o símbolo da cidade de Lisboa é uma Caravela com dois Corvos toda a gente sabe.
Que esse ícone se encontra espalhado por toda a cidade, também.
Que a criatividade dos artistas e artífices pode explodir de forma incontrolada e inaudita na interpretação desse símbolo, e seguir caminhos estranhos, é um dado adquirido. Compreensível.

Agora o que eu não esperava era tamanha falta de rigor técnico na execução do dito símbolo, como acontece nestes escudos aplicados em muitos candeeiros de iluminação pública de Lisboa.
Este de baixo encontra-se na Praça Duque da Terceira, no Cais do Sodré.

Desconheço quando foram fundidos estes escudos ou por quem, mas isso não é o importante. Talvez até sejam muito antigos e valiosos...
O que me importa é aquilo que se :

O 'corvo' da esquerda mais parece um PAPAGAIO... e o da direita evoca uma CATATUA !!!

Será uma espécie de alegoria ao actual executivo camarário da nossa Capital ?!




imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR

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domingo, outubro 14, 2007

foto do dia

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Será chocolate ?!
como a foto foi tirada no wc duma pastelaria...


imagem: © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR

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domingo, outubro 07, 2007

desafio...

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Ao jeito de desafio aos leitores fica esta imagem:


e a questão:

"Refira como a Carris de Lisboa trata a Língua Portuguesa".
Justifique a resposta.


imagem: Autocarro n.º 58 - 31 Agosto 2007, 14h31- © josé antónio / comunicação visual - CLIQUE PARA AMPLIAR
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domingo, setembro 30, 2007

do baú das memórias

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Este texto é uma memória com particular importância para mim. Esta versão é de Outubro de 2002 e não me canso de a ler e reler, pois sempre que o faço novas imagens assomam ao meu espírito, em vagas imparáveis, espessas ondas que me transportam para aqueles tempos felizes em que fui criança. Não é por acaso que sou um apaixonado pela arte da Fotografia. Deixo-o aqui, para vossa fruição, ao jeito de saudade e homenagem a esse homem extraordinário que foi o meu tio e padrinho Virgílio Costa:

a fotografia

- Zézinho, queres vir para casa da tia? Era quanto bastava para eu saltar e pular como se de súbito tivesse ensandecido, gritando que sim, que sim, sorriso rasgado de orelha a orelha, pois ir para casa da tia significava passar alguns dias em Lisboa, na casa da tia na estrada de Benfica e ir com o padrinho, fotógrafo de profissão, que era também tio pois era marido da tia, mas que todos preferíamos tratar por padrinho, para a casa de fotografia que ele tinha na mesma rua, mesmo em frente ao já demolido Palácio dos Sanches Baiena ou de Benfica.

A casa de fotografia ficava num primeiro andar por cima de uma taberna escura de tecto muito baixo, e era conhecida como “Fotografia Nice”, mas todos na família a tratavam carinhosamente apenas por a “Fotografia do Padrinho”. Ir com o padrinho para a Fotografia era penetrar num universo maravilhoso de sonho, fantasia e mistério. Era como entrar num sótão velho, cheio de coisas para descobrir, de luzes e cortinas pretas, como um teatro permanentemente montado, aguardando as pancadas de Moliére para a entrada dos actores e começo do espectáculo. A sensação de entrar num sótão era aumentada pelo acesso, feito por uma escada velha e íngreme de degraus de madeira, dramaticamente gastos e que rangiam a cada passo dando um ambiente fantasmagórico à subida. Entrava-se por uma porta com uma mola de correr que engenhosamente fazia soar uma campainha: trimmmm...

Lá dentro, respirava-se o passado. Armários antigos e gavetas que guardavam sabe-se lá o quê. Talvez memórias de quando aquela casa era o local de habitação do padrinho e da família no tempo em que se racionavam os géneros alimentícios. Mas eu tentava saber o que continham tudo o que fosse gaveta ou caixa e abria todas as que podia, atraído por uma curiosidade incontrolável. Era com um misto de prazer e fruto proibido que abria as pequenas caixas de cartão colocadas às dezenas, disciplinadamente, numa prateleira e de cujo interior extraía velhas chapas de vidro, que guardavam antigos rostos em negativo para os quais eu olhava em contra-luz procurando ver o verdadeiro rosto daquelas pessoas, que eu não conhecia mas que ali via aprisionadas para a eternidade, tal como tinham estado naquele dia, naquele instante, agora tornado passado.

A prensa era um brinquedo fantástico pois marcava, com cunhos, as folhas de papel que lá metia. E esmagava sem piedade as molas da roupa, em madeira, que serviam para pendurar as fotografias a secar. Era um gozo imenso rodar aquelas duas grandes bolas metálicas do braço da prensa e senti-la esmagar, num gemido surdo, os pequenos pedaços de madeira. Havia também aparelhos estranhos de funções desconhecidas, projectores de luz, tripés e uma fabulosa máquina de estúdio, em madeira, com um grande fole negro e um pano preto na retaguarda. Máquina que, como o padrinho me mostrou, punha as pessoas de cabeça para baixo. Juro! Juro...! Caixas de luz onde, a um toque num pequeno interruptor, se acendia no centro um rectângulo de luz, no qual, a pincel e tinta da china, negra como carvão, com mão de artista e toque de génio, o padrinho retocava os negativos, para obter fotografias perfeitas. E obtinha! Mas o melhor de tudo era quando o padrinho me levava para a câmara escura. Era como se eu fosse também um actor naquele espectáculo, com o privilégio de conhecer, não só o palco, mas também os bastidores e o segredo dos cenários.

A velha cozinha transformada, de um lado a bancada com o ampliador e do outro uma enorme bacia de pedra com um ralo no centro e com a água sempre a correr e as tinas dos banhos. Entravamos. A pesada e espessa porta fechava-se. O padrinho apagava a branca luz do tecto. Era a obscuridade absoluta. A sensação de estar envolvido numa qualquer aventura, numa conspiração era verdadeiramente fabulosa, única. Sentia que ia ser iniciado pelos deuses num mistério, o qual me ia ser revelado. Na escuridão ouvia a respiração do padrinho, sentia a sua presença e procurava adivinhar-lhe os gestos. Gestos de quem conhecia bem o espaço que trilhava e se movia no escuro como se a luz estivesse acesa. Então acendia-se a luz vermelha, veladíssima, a única permitida, e só de vez em quando, por curtos períodos, pelo material fotográfico. Depois de tudo preparado e posicionado, fazia-se de novo escuro. Na escuridão, ouvia-o abrir a caixa do papel, tirar uma folha e colocá-la com perícia no ampliador. A luz deste acendia-se projectando o negativo no papel através de um cone de luz e eu espreitava, fascinado, olhando com ávida curiosidade aquelas estranhas manchas cinzentas, umas claras e outras escuras. Manchas que tornavam brancos os pretos das áfricas e dos brancos fazia negros! Como se a fotografia quisesse tratar todos os homens da mesma maneira, talvez com o mesmo desprezo. Manchas das quais nasceria a fotografia. Via o padrinho, com as mãos, manipular o cone de luz com gestos de mágico, para compensar zonas mais ou menos queimadas. A folha era colocada na tina com o banho de revelador e, pouco depois, como por magia, a imagem aparecia a pouco e pouco.

Era ver-me, debruçado sobre a tina com o nariz quase mergulhado lá dentro, vendo a superfície do papel a alterar-se, escurecendo, manchando-se de óxido de prata, objectos, corpos, rostos formando-se, como fantasmas saindo do nada. Mais tarde aprendi por que processos químicos aquele fenómeno era possível e eu próprio fiz trabalho fotográfico em laboratório como amador mas naquele tempo, aquilo tinha o sabor da magia, a atracção do inexplicável. Naquele momento, o padrinho era um mago, um prestidigitador. E eu era o público daquele espectáculo fantástico. Público privilegiado e maravilhado. Depois a fotografia passava ainda por fixador e era lavada sendo em seguida pendurada a secar para, ainda húmida, ir para a esmaltadeira. E eu ia dar outra volta, correr todos os corredores, entrar em todas as salas, assomar a todas as janelas, percorrer todos os cantos, procurar em todos os esconsos, saboreando o mais possível a minha aventura naquele castelo mágico. Era assim ir a casa da tia!

José António
Oeiras, 12 OUT 2002

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terça-feira, setembro 11, 2007

o que é isto? - solução

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Ora aqui está a solução do último passatempo, o qual decorreu sob o mote
O QUE É ISTO?


A imagem proposta foi esta:

e foi extraída daqui:


Penso que não valerá a pena comentar. As imagens falam por si.
Ficam os parabéns a que acertou na resposta (fácil).


imagens: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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domingo, setembro 09, 2007

passatempo - o que é isto?

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Continuando inexoravelmente na senda dos passatempos aqui fica mais um (fácil) para partir a carola a quem estiver sem nada para fazer.
É tão FÁCIL que até dói, e até merecia que se fizesse uma canção baiana tomando-o como mote.
Algo ao estilo (com sotaque brasileiro): "Adoro passar meus dedinhos em seu rabinho... tralala... super penugentinho... tralala... etc."


— O QUE É ISTO ? :


A solução será apresentada um destes dias.


imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quarta-feira, agosto 29, 2007

Passatempo de Verão - Solução

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Bem... como as minhas amigas Sara - SaraMM - e Isabel - À Rédea Solta - já descobriram tudo, não há razão para manter em segredo a solução do passatempo de férias que aqui lancei no dia 20 de Agosto.

"É um vidro temperado estilhaçado, de um carro com vista (ou chucou com?!) para uma Boganvília!", diz a Sara.

"Será vidro da janela do comboio que tb é eléctrico?"
, diz a Isabel.

Trata-se efectivamente do vidro duma janela do comboio, onde eu vinha, ao passar em Santo Amaro de Oeiras. Daí a presença das Buganvílias, que decoram a gare do lado terra.
Aqui ficam as imagens que descodificam a 'brincadeira':




nota final: Lamenta-se a reduzida participação no passatempo, mas parece que estavam todos de férias... :)))

imagens: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR

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segunda-feira, agosto 20, 2007

Passatempo de Verão

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Em tempo de férias nada melhor que um passatempo.

Para quê!?

Bem, para isso mesmo, Porra! Dahahahahahaha...
Para 'passar o tempo' nas férias enquanto estais espojados(as) ao Sol, encharcados(as) em protector factor 99,9 em busca do rico e belo bronze que, após as ditas férias, que não há mal que não se acabe nem bem que sempre dure, chegarão ao fim e o regresso ao trabalho lá terá que ser, e esse bronze impressionará sobremaneira e de que maneira os(as) colegas de ofício até mesmo aquela telefonista mamalhuda de bela tranca divorciada a pedir festa, ou o estafeta metro e noventa de altura solteiro e puto vigoroso, sobretudo se a(o) conseguirem convencer que essa magnífica tez tisnada foi obtida nas quentes e douradas areias das praias dos trópicos e não na Costa da Chafarica, que é para onde de facto vossas mercês vão esparramachar a toalha de praia e esborrar as banhas.

Várias são as alternativas.
Quem tem portátil com internet nada tem que fazer. Leva o portátil, abre o browser, acede a este blog e passaotempo a tentar resolver o passatempo.
Quem não tem portátil, pode imprimir a imagem e levá-la bem dobradinha no saco de praia (aquele oferta da Caras). Depois é só resolver.

Assim, aqui fica o passatempo:

Imagem:



Questão: O que é isto?

Dê uma resposta concisa, não devaneie, e justifique.
Dou uma ajuda: Não é nem o TGV nem a OTA.

A solução será apresentada neste blog no fim das férias.

imagem: © josé antónio / Comunicação Visual 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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sábado, agosto 11, 2007

o desafio...

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Há desafios que me desafiam mesmo...
Este é um deles e foi-me lançado pelo Amigo Rui Freitas do blog PINHANÇOS DIXIT... que está AQUI.

Segundo o que me foi dado perceber, trata-se de deixar aqui expostos 'os sete livros da minha vida'.
Questão difícil sem dúvida dada a volatilidade do meu temperamento e do meu carácter e dos meus interesses.
Se há coisa que me define é o interesse por tudo, o casual e temporário quase obsessivo interesse por algumas temáticas, e o volatilizar-se súbito de muitos deles substituídos que são por outros.

Claro que assim sendo, ao longo dos meus (já quase) 51 anos de vida, li não dezenas mas largas centenas, senão milhares, de livros de todos os géneros, cores, pesos e formatos.
Torna-se assim difícil dizer qual ou quais os livros da minha vida, sobretudo aquele que mais me marcou.
Não sou fundamentalista e procuro não ser preconceituoso e estou sempre disposto a aprender e apreender coisas novas que possam contribuir para me tornar uma pessoa melhor.
Sempre procurei nunca tomar nenhuma obra como 'O LIVRO'... Todas elas, de alguma forma ou de outra, até por vezes pela negativa, foram importantes para a minha formação humana e humanista.

Poderia citar os Cinco da Blyton, obras da puberdade, a quase totalidade das obras de Jules Verne e as centenas de livros de BD belga que tenho, leitura predilecta da adolescência a par dos romances de ficção científica da colecção Argonauta, todas as dezenas de obras políticas do meu período 'revolucionário', as obras sobre Arte, Desenho e Design, os romances de ficção científica da Caminho, muitos e muitos policiais a par com grandes clássicos da literatura portuguesa e estrangeira, as obras de autor de Filosofia, etc., etc., etc., que a minha ânsia de ler nunca teve fim e apenas lamento as minhas limitações visuais de hoje que tantas dificuldades me causam na leitura.

Mas há sem dúvida algumas obras que se sobrepõe às outras, nem que seja pelo entusiasmo com que as li e pelo tremendo gozo que me deram ao lê-las. Sobretudo abriram-me o espírito para um mundo diferente e novo, para uma realidade desconhecida que se afirmava no imperativo que sobre mim era lançado.
Não vou tecer comentários 'profundos' sobre cada obra, caso a caso. Prefiro que sejam vocês a imaginá-los, sobretudo aqueles me conhecem bem.
Vou então deixar aqui a mini-selecção, de entre... centenas de possibilidades!!
A ordem é apenas cronológica, a dos anos em que os li. CLIQUE NAS MINIATURAS PARA AMPLIAR.

1974
Por vezes pareceu-me tê-lo finalmente encontrado, mas...
Continuo a procurá-lo dentro de mim...

1987
Não se vive verdadeiramente enquanto
não se tem uma como referência.

1988
O Bateson é um brincalhão... cheio de senso pedagógico.
Saber pensar com lógica e bom senso.

1993
E a dualidade mostra-se afinal um mito, um erro de raciocínio.
Além de Bem e Mal, é como eu procuro sempre estar...

1995
A superação do meu drama pessoal, logo seguido de "O Sentimento de Si" e "Ao Encontro de Espinosa", e à espera dos vindouros.

1996
Aprender a ver com olhos de ver e a rever e a reler.
O início duma apaixonada relação sem fim nem termo com Eco e o universo dos conceitos.

1998
Ver e perceber para lá da superfície enganadora. Onde reside afinal a realidade? Onde moram os objectos que vemos?

A estes SETE MAGNÍFICOS acresce um que não posso deixar de citar. Não o tenho, foi-me emprestado por um amigo, mas ainda não perdi a esperança de o adquirir.
Falo de AS CONFISSÕES de STO. AGOSTINHO.

E como é da praxe nesta coisa de desafios, passo agora a 'bola' a 5 outros bloguers, para ver o que vai acontecer:

À Menina_marota do Menina Marota
À Isabel Magalhães do À Rédea Solta
À prima Caracolinha do Snail Tale
À Sara do SaraMM
À R. Dias do arghhh

A inevitável citação final:

"Uma casa sem livros é como um corpo sem alma"
Cícero

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domingo, agosto 05, 2007

mi liga, vai...

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H
á um retesado cão — canis major ou canis minor ? — à espreita no músculo cardíaco, cuore, de cada homem, que toma conta do corpo ser todo num acto puro de dissolução amorfa, concreta na essência categoricamente imperativa dos sonhos.


Um cão gigantesco louco e doido varrido faminto de cadelas ciosas de clitóris húmidos, túrgidos, ansiosos e a pingar quentes desejos molhados com aroma a maresia.

Um cão de caninos dentes afiados prontos a cravarem-se no saboroso pedaço naco apetecível curvilíneo e ignoto. Somatório inadiável da existência no espaço e no tempo.

O pedaço que podes ser tu. Assim tu o queiras. Assim tu o desejes.

Telefona-me.


imagem: © josé antónio 2007 / CLIQUE PARA AMPLIAR
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sexta-feira, agosto 03, 2007

sábado, julho 28, 2007

visitas

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Apenas por curiosidade apresento aqui um balanço das visitas às minhas páginas e blogs feito em 27 Julho 2007:

OeirasReminiscente - 503

Avô Martins e Oeiras - 314
Forte de São Julião da Barra - 79
Forte do Bugio - 267
Ilustroon - 192
quatro dias na Cova da Beira - 37
Alcácer do Sal - A Princesa do Sado - 19
Portfolio - Design Gráfico - 253
Ilustração Pimpão - 46
Ilustrações Diversas 01 - 27
Revistas Infantis - 27

Caracol Carolas - 365
lendas tecnológicas - 16
Rememorar Oeiras - 203
Olharapo de Oeiras - 54
ai portucale - 10
salacia - 18
villa rial - 19

TOTAL DE VISITAS
2212

notas:

1. Nos blogs o Site Meter foi instalado a 24 JUN 2007. Não há registos anteriores a esta data. No Caracol Carolas idem, mas o mesmo foi apagado a 18 JUL 2007 com 342 visitas contabilizadas e reinstalado nessa mesma data, recomeçando do zero.
2. As páginas do site foram sendo criadas em datas diferentes, a partir de 25 NOV 2004. Os números reflectem as visitas desde a sua criação.

imagem daqui, reenquadrada e manipulada em Photoshop - CLIQUE PARA AMPLIAR

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domingo, julho 22, 2007

Oh pra mim...

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A pedido de milhões - ZILIÕES !!! - de fans da minha paupérrima personna, aqui fica um simulacro do meu dia-a-dia de trabalho no scriptorium domesticus, no meu Mac QS G4.


zetó in scriptorium





notas:

1. Só para satisfazer a curiosidade dos mais tecnicistas, o video foi feito com uma webcam Logitech QuickCam Zoom.


2. Não dou autógrafos!! :)


video: © josé antónio 2007
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quinta-feira, julho 19, 2007

autocarro 58

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LISBOA
há gente com FOME capaz de tudo...



imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR

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terça-feira, julho 17, 2007

foto do dia

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O desalinhado...

imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR

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sexta-feira, julho 13, 2007

por falar em Lisboa...

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... digo eu, que gosto de dizer coisas...

imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quinta-feira, julho 12, 2007

desafio I - o que é isto? - SOLUÇÃO

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Confesso que acreditei que este Desafio tivesse maior participação.
Num país onde todos gostam de dar palpites, mesmo que não saibam do que estão a falar, natural seria que a questão colocada motivasse a participação dos nossos leitores, nem que fosse para ninguém dizer que tinham aqui vindo e não tinham dito nada... mas enfim... fazer o quê !?

Só me resta acabar com esta treta e
deixar aqui a SOLUÇÃO do Desafio "O QUE É ?"
Eis a dita cuja:



Eu disse que todos iam dizer: Ah, pois é !

Ficam os meus Parabéns à Isabel Magalhães que, apesar de não ter acertado, bem se esforçou, como é notório nos seus comentários.

Já agora, para os/as 'louras' são as borrachas que cobrem a passagem entre carruagens nos comboios da Linha de Cascais... daaaaaa....

imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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sexta-feira, julho 06, 2007

desafio I - o que é isto?

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Trago hoje aqui um DESAFIO que se destina a pôr à prova a vossa capacidade de observação e a vossa memória fotográfica.

E não, não há prémio para quem acertar, que a vidinha está cara...
(Queixem-se ao Sôr Sousa...)

Então vamos lá. O desafio consiste apenas em identificar o que se vê na imagem.

O QUE É ?



Vá, puxem pela memória !
É muito simples e é uma coisa que já viram muitas e muitas vezes !

Brevemente será aqui dada a solução.
E todos vão dizer: Ah, pois é !

imagem: © josé antónio 2007
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sábado, junho 30, 2007

quem parte e reparte...

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"LEVE PARA CASA
DOIS MEIOS
FRANGOS
ASSADOS NO
CHURRASCO C/ BATATA
E ARROZ..."

Esqueceram-se de acrescentar: não vendemos frangos INTEIROS... só MEIOS...

imagem: Estabelecimento de restauração ao lado do Retiro do Chefe Costa, em Alcântara. © comunicação visual 2007 CLIQUE PARA AMPLIAR
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sábado, junho 23, 2007

JAZZ 2007

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Caros leitores ditos pessoas que lêem as letrinhas que alinho umas a seguir às outras como se foram pedrinhas numa vã glória de fazer sensato sentido avizinha-se aprochega-se a passos largos galopantes o já tradicional e incontornável e imperdível

Ciclo Internacional de Jazz 2007



Para os muitos apreciadores que sei os há muitos e aos montes ou às carradas ou galeras pejadas e camiões barcos e vapores ou com o meio de transporte que o poder puder cuidado com o poder com licença aqui fica a programada programação até ao momento disponibilizada veiculada pela DASC/DCT - Sector de Acção Cultural da C.M.O.

Adianto que em contacto por mail pois que deitei fora as bandeiras de sinais e o telégrafo que fiz com o responsável Paulo Afonso, no sentido de procurar averiguar e indagando ficar a saber se já estava definido o lugar para o evento, foi esta a resposta que rápida e electronicamente por simplex sistema binário recebi:
"Estão em aberto dois locais - Auditório Municipal Eunice Muñoz, em Oeiras e Aud. Mun. Ruy de Carvalho, em Carnaxide.
Tudo aponta que será em Carnaxide mas só no final deste mês/inicio de Julho poderei afirmar o local exacto.
Existe ainda a possibilidade de ser acrescentado um fim de semana aos já anunciados."

PROGRAMA
21 de Setembro - 22h00
Projecto Edgar Caramelo (Portugal)
Edgar Caramelo - Saxofones alto e tenor, direcção
Vasco Agostinho - Guitarra
Ana Araújo - Piano
Hugo Antunes - Contrabaixo
Bruno Pedroso - Bateria

22 de Setembro - 22h00
Steve Wilson Quartet (USA)
Steve Wilson - Saxofones alto, Flauta
Danny Grissett - Piano
Ed Howard - Contrabaixo
Adam Cruz - Bateria

28 de Setembro - 22h00
Human Feel Quartet (USA)
Andrew D'Angelo - Saxofone alto, Clarinete baixo
Chris Speed - Saxofone alto, Clarinete
Kurt Rosenwinkel - Guitarras
Jim Black - Bateria

29 de Setembro - 22h00
Drew Gress Quintet (USA)
Ralph Alessi - Trompete
Tim Berne - Saxofone alto
Craig Taborn - Piano
Drew Gress - Contrabaixo
Tom Rainey - Bateria


Bilhete à venda a partir de 01 de Agosto de 2007

Preços
Plateia - 8.00 € / Balcão - 6.00 €
(desconto de 20% para - 25 anos e + 65 anos)

Locais de Venda
Loja CMO/Oeiras Parque; Lojas FNAC, ABREU, BLISS e WORTEN, Livraria Bulhosa Oeiras Parque e www.ticketline.pt (Reservas: 707 234 234)
Portal IOL, Portal CLIX, El Corte Inglês, Livrarias Bertrand, Livrarias Almedina, Livraria Letra e www.plateia.iol.pt (Reservs 214 346 304)
No local, nos dias de espectáculo, a partir das 18h00.

Informações - 21 440 85 82 / paulo.afonso@cm-oeiras.pt

Marque na sua agenda!

imagem: © josé antónio 2007 - CLIQUE PARA AMPLIAR
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quarta-feira, junho 20, 2007

um blog com tomates...

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O Caracol Carolas foi distinguido com mais um honroso prémio.
Desta feita o prémio chegou-nos da nossa amiga Isabel Magalhães do blog
À Rédea Solta.

Cumpre-nos também nomear 5 blogs que na nossa opinião merecem esta distinção pela coragem e pelo modo diferente, ousado e livre como assumem o estar na blogosfera:
"Sem Temor e sem Tremor"
Por ordem meramente alfabética...

— AND THE NOMINEES ARE:

Ai Jesus!

Chama Lunar

Eu sou o Politicopata

[guerrilhas]

Snail Tale


Aos nomeados, votos do maior sucesso aqui e algures!

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domingo, junho 03, 2007

quarta-feira, maio 23, 2007

Dia de Unidade

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Hoje 23 de Maio não podia deixar de fazer este post.
Vem um bocadito tarde mas vem a tempo.
Hoje é até às 24 h. ainda é

Dia de Unidade

em Tancos na E.T.P.
Quando lá entrei em 1977 era a B.E.T.P.
Antes fora o R.C.P.

Mas sempre foi é e será a

Casa-mãe dos Pára-quedistas portugueses.

Oiça o Toque de Marcha clicando abaixo:




E já agora para nos conhecer melhor faça uma visita ao site oficial das Tropas Pára-quedistas clicando AQUI

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sexta-feira, maio 18, 2007

Thinking Blogger Award

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O Caracol Carolas foi distinguido com o Thinking Blogger Award pela ISABEL MAGALHÃES, a quem agradeço a honrosa distinção.

Como determina o regulamento, cumpre-me a obrigação de eleger 5 blogs para receberem o Prémio. Tarefa árdua, porque os há muitos e de excelente qualidade. Aqui ficam os meus 5 nomeados por ordem alfabética:

À Rédea Solta

Ai Jesus!


Menina Marota


SaraMM


Snail Tale


Os nomeados devem copiar o logotipo (button) do 'Award' e colocar na barra lateral do seu blog. Depois é só escolher cinco blogs e fazer um Post indicando-os.
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sábado, maio 12, 2007

PARABÉNS OEIRAS LOCAL !

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CONVITE

SUPER RAVE SUPER RAVE SUPER RAVE



Com os 'ARRE-TISTAS' do costume...

!!! OEIRAS LOCAL !!!

COMEMORAÇÃO DO I ANIVERSÁRIO

Dia 13 DE MAIO DE 2007
Das 00:00 às 24:00
Em http://oeiraslocal.blogspot.com/

!!! APARECE !!!

PATROCÍNIOS:

LANCHE IZIDORO,
RESTAURADOR OLEX,
BRYLCREEM
DET,
SILVO,
JUÁ,
SUNSILK

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sexta-feira, maio 11, 2007

a pandeleiragem já vem de tempos recuados...

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... e por isso está tão entranhada na cultura deste povo português!
Eu já tinha alertado para o facto dos portugueses serem cada vez mais um povo de pandeleiros (ver o post "portugal, país de pandeleiros", de 25 Abril 2004, para uma compreensão do conceito).

Não há muito tempo que um homem candal afirmou publicamente nas pantalhas televisivas que o país é governado por lobbys pandeleiros (ele usa outro conceito ligeiramente diferente), e a reacção não foi nenhuma, que eu saiba. Ninguém o molestou.
Ele é na política, nos media, no desporto, na cultura, em todas as formas de poder. Não se pode olhar para lado nenhum que não se depare logo com um deles!

A prova de que tenho razão chegou-me através dum post de 29 DEZ 2005, de Carlos M. E. Lopes, que não conheço mas a quem endereço um abraço, publicado no blog de um amigo viseense, blog esse que tem a muito apropriada designação de AI JESUS!, e ao qual recomendo uma visita.

Eu não imaginava era que a coisa tivesse uma origem tão recuada no tempo, pelo menos 2000 anos, apesar de o suspeitar como em relação a tantas outras idiossincrasias da cultura pátria.

Sem ter pedido licença, transcrevo 2 Epigramas escritos por Marcial, poeta epigramático latino ( séc. I-II ) nascido na Hispânia, com um estilo que terá influenciado Bocage:

Se depilas o peito, as pernas mais os braços,
Se teu pénis também em torno é depilado,
É porque à tua amante assim melhor agradas...
Mas em quem pensas tu, ao depilar o rabo?

(Epigramas, Livro II, 62)

De seu membro viril ‘stá doente o teu escravo;
Tu, Névolo, do rabo.
Adivinho não sou; mas presumo o que fazes.

(Epigramas, Livro III, 71)

imagem: Google, manipulada em Photoshop
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terça-feira, maio 01, 2007

teste video YouTube

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isto é um teste para verificar o 'embed' dum video num post:



Chuva no Cimento
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sábado, abril 21, 2007

o peripatético de Pallet

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Hoje é dia de efeméride. Lembremos alguém que morreu, faz hoje 865 anos, e que fez um GRANDE sacrifício em nome do Amor... vá-se lá perceber porquê.
Enfim, coitado do ABELARDO (1079- 1142).
Mas também quem é que o mandou apaixonar-se loucamente por Eloísa, a jovem (e pelos vistos jeitosa) sobrinha do raivoso e vingativo Fulberto, cónego de Nossa Senhora de Paris !?
Oiçamos o goliardo:

Ou est la tres sage Helloïs
Pour qui fut chastré et puis moyne
Pierre Esbaillart a Saint Denys?
Pour son amour ot ceste essoyne.
Mais ou sont les neiges d'antan?


[Onde está a sensata Heloísa / Por quem foi castrado e depois monge / Pedro Abelardo em S. Dionísio? / Por amor dela teve esta desgraça. / Mas onde estão as neves d'antanho?]


É dura, a vida de filósofo, pois... :)


imagem: Google.
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domingo, abril 08, 2007

brutu masculu sexuale latinu (a)

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Não há homem macho temente a Deus que se preze e que preze o respeito de familiares, amigos e conhecidos que não acredite piamente na fidelidade da cara-metade... e não seja capaz de apostar os CORNOS em como a esposa lhe é fiel... assim como ele...

Citação praxada (b):

"Um homem sem cornos é como um jardim sem flores."


Notas espúrias e desnecessárias:
(a) SIC, "bruto macho sexual latino" - tradução literal, rude e bárbara do Latim b.
(b) da praxe, ou não fosse a batata a murro.

nota de rodapé: Este post é só para não pensarem que desapareci. Ando é com pouco tempo para dedicar ao blog. Felizmente é por razões profissionais.


desenho: © josé antónio 2006 - CLIQUE PARA AUMENTAR
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quarta-feira, março 14, 2007

cartilagens

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Há dias às vezes há, era 01 MAR 2007, pelas 15:31 vinha alapado na camioneta 470 da Stagecoach e fiz uma coisa que não tenho o hábito faz o monje de fazer e que consiste em fotografar pessoas desconhecidas sem que elas saibam que estão a ser alvo target do olhar objectivo atento e perspicaz da objectiva da minha máquina fotográfica que escreve com a luz.


É verdade inha desta vez não resisti porque achei às vezes acho que não podia perder um registo assim nem assado.

Um magnífico e grandioso grandiloquente par de velhas peludas orelhas cartilagens e o respectivo invisível mas vê-se sente-se telemóvel que quase parece desaparecer dentro da orelha esmagado pela manápula que se adivinha prenhe de estórias de cumplicidade entre trabalho e luxúria e sabe-se lá onde terão andado entrado mexido...

imagem: © josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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pobreza vs. moda

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Em tempos de antanho, e não há muito, era sinal claro e iniludível de miserável pobreza.

Quantos milhares milhões? de diligentes, encarquilhados, carinhosos, dedos de avós muito velhinhas prenhes, opadas quase a rebentar, de ternura pelos netinhos e netinhas, enfiaram a cabecita dum dedo no dedal e seguraram com firmeza velhas às vezes enferrujadas já tortas agulhas, e no orifício, no cu, destas enfiaram linhas cuspidas salivadas na ponta teimosa em desfiar e com arte de anos, décadas, séculos, milénios, costuraram rasgões assim nas calças, as poucas, muitas vezes tantas vezes as únicas?

Agora não é pobreza não é indigência.
Agora não é sintoma de paupérrima vida.
Agora é MODA.

Ainda bem.

imagem: © 2007 josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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terça-feira, março 06, 2007

a fábula do homem que tudo sabia

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Perguntassem o que lhe perguntassem, ele tinha sempre resposta para tudo.

Afinal, ele era o homem que sabia tudo e que tudo sabia.

Até que um dia um menino pobre lhe perguntou como se chamava e ele... após uma prolongada pausa... ficou boquiaberto sem saber o que dizer.

Girou sobre os calcanhares e afastou-se penosamente a transpirar sob o peso da comoção.

Nunca mais o viram.


imagem: © 2007 josé antónio - CLIQUE PARA AMPLIAR
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